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Leilões recentes provam que os Velhos Mestres não estão fora de moda

Mercado de Velhos Mestres em Nova York soma mais de US$ 185 milhões; Canaletto atinge US$ 30,5 milhões e Rembrandt bate recorde com US$ 17,8 milhões

Stand and deliver: Michelangelo’s study of a foot for the Sistine Chapel ceiling sold for $27.2m at Christie’s
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  • Vendas em Nova York somaram pouco mais de $185 milhões entre Sotheby’s e Christie’s, com Christie’s alcançando $54 milhões, melhor resultado em mais de uma década.
  • O maior lance foi Canaletto Bucintoro, vendido por $30,5 milhões; desempenho similar em Londres, há sete meses, por £31,9 milhões.
  • Sotheby’s abriu um novo recorde para desenho de Rembrandt com Young Lion Resting, vendido por $17,8 milhões.
  • Ecce Homo, de Antonello da Messina, foi adquirido pelo estado italiano por $14,9 milhões, em transação privada antes da auction.
  • National Gallery criou júri cidadino para orientar o futuro, com custo estimado de £250 mil e participação de 17 nomes de peso no mundo da arte.

O mercado de Old Masters mostrou fôlego em fevereiro, com vendas expressivas em Nova York. Sotheby’s e Christie’s juntos atingiram pouco mais de US$ 185 milhões, consolidando a saúde do setor. A Christie’s teve US$ 54 milhões em sua venda de pinturas, o melhor resultado na cidade em mais de uma década.

Entre os destaques, Christie’s vendeu o Bucintoro de Canaletto, com a antiga embarcação do Dogo de Veneza, por US$ 30,5 milhões. Sete meses antes, cena semelhante de Canaletto na Christie’s, em Londres, rendeu £31,9 milhões. Sotheby’s estabeleceu novo recorde para desenho de Rembrandt com Young Lion Resting, por US$ 17,8 milhões.

Como complemento, Sotheby’s informou que Ecce Homo de Antonello da Messina foi adquirido pelo estado italiano por US$ 14,9 milhões, em compra privada anterior à venda. Analistas destacam que o momento favorece obras históricas, mesmo diante de dólar fraco e volatilidade de mercados.

Perspectivas do mercado

Ainda assim, o setor sinaliza dúvidas internas sobre o próprio valor. O artigo ressalta o esforço de grandes museus para ampliar o acesso ao público, citando o Louvre e a National Gallery. O texto aponta que as obras-primas históricas permanecem relevantes para público e colecionadores.

Giro institucional: National Gallery

A National Gallery está buscando a participação popular para moldar seu futuro, por meio de uma juria cidadã de 50 pessoas escolhidas ao acaso. Uma comissão de 17 grandes nomes da dança das artes orienta os trabalhos, com briefings extensivos aos jurados.

A iniciativa, que já teve três das cinco sessões, discute valores sociais da arte e outras temáticas. Questiona-se se o projeto de engajamento pode revelar ideias radicais ou apenas conceder viés de consultoria gerencial. O custo registrado é de £250 mil.

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