- Steven Sharif, ex-CEO da Intrepid Studios, publicou no Discord uma “primeira vitória legal” contra o Conselho de Administração e a TFE Games Holdings LLC.
- A ação movida em nome dos acionistas acusa quebra de dever fiduciário, violação de leis federais e estaduais de segredo comercial e tentativa de tomar ativos, incluindo o IP de Ashes of Creation.
- Sharif também divulgou a ordem judicial com proteção temporária (TRO) emitida em 4 de março pela Justiça dos Estados Unidos, no Distrito Sul da Califórnia, que proíbe o acesso ou uso de segredos da Intrepid.
- O TRO permanece em vigor até a audiência de avaliação preliminar, marcada para 18 de março; o contexto lembra que o jogo foi removido da Steam em 2 de fevereiro e que mais de cem desenvolvedores foram demitidos sem pagamento do último mês.
- Sharif afirma que o desfecho virá na justiça e que responsáveis enfrentarão consequências, preservando o legado da comunidade de Ashes of Creation.
Steven Sharif, ex-CEO da Intrepid Studios, rompeu o silêncio sobre o colapso de Ashes of Creation, MMO financiado via Kickstarter. Ele divulgou hoje uma declaração no Discord da Ashes of Creation, após afirmar ter obtido a “primeira vitória legal” contra o Conselho de Administração da empresa.
O processo envolve Rob Dawson, presidente do Conselho, e a TFE Games Holdings LLC, segundo o texto de Sharif. O executivo diz ter movido ações por violação de dever fiduciário, segredos comerciais e tentativas de tomar ativos da empresa, incluindo o IP de Ashes de forma irregular.
A disputa ganhou contornos em tribunais norte-americanos: Sharif anexou uma ordem judicial emitida em 4 de março pela Justiça do Distrito Sul da Califórnia. A liminar proíbe acesso ou uso de segredos comerciais da Intrepid até nova decisão.
A batalha judicial, conforme Sharif, mira responsabilizar quem tentou desmontar a empresa que ele diz ter fundado junto à comunidade de players. Ele afirma que o caso é para esclarecer fatos com base em provas apresentadas.
Detalhes jurídicos e próximos passos
O texto da decisão de 4 de março descreve a proibição temporária contra a diretoria e a TFE, até audiência preliminar marcada para 18 de março. A liminar permanece em vigor até o desfecho do processo.
Sharif afirmou que o desfecho depende do que for decidido em tribunal. Ele disse que não permitirá que o trabalho de centenas de desenvolvedores e a atividade de milhões de jogadores seja apagado por um grupo que não criou o projeto.
A disputa envolve também a recente remoção de Ashes of Creation da loja Steam, em fevereiro, e acusações de possíveis irregularidades na gestão da empresa. As informações oficiais apontam para uma batalha entre as partes em juízo.
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