- A publisher Krafton teria divulgado a janela de lançamento de Subnautica 2 para maio, segundo uma carta de advogados dos cofundadores demitidos e do novo CEO, Ted Gill.
- Gill e os advogados afirmam que a Krafton não tinha autoridade para anunciar o lançamento e que a ação pode violar decisão judicial.
- A Krafton informou em carta que Papoutsis apenas comemorava resultados de uma revisão de marco e que isso não altera a autoridade de Gill para decidir o lançamento.
- A juíza Lori Will determinou, em 16 de março, a reintegração de Gill como CEO, cabendo a ele decidir sobre os planos de lançamento; a mensagem de Papoutsis foi enviada quando Gill não era mais CEO.
- As partes devem apresentar, ainda nesta semana, uma proposta de julgamento alinhada à decisão da juíza; não houve resposta de Will até o momento.
O estúdio Unknown Worlds, responsável por Subnautica 2, afirma que a editora Krafton divulgou indevidamente a janela de acesso antecipado do jogo em maio, colocando em risco uma decisão judicial. A alegação surge após a volta do CEO Ted Gill e a reintegração dos cofundadores à direção. Segundo os advogados, a comunicação foi feita sem autonomia legal para definir a data.
Conflito envolve a janela de lançamento, anunciada pela Krafton e confirmada por veículos de imprensa, mas contestada por Gill e pelos cofundadores. O caso se observa no contexto de um processo que envolve a gestão da desenvolvedora e a relação com a editora desde demissões ocorridas em 2025.
A controvérsia começou após o envio de uma carta aos advogados da Unknown Worlds, na noite de terça-feira, marcando a intenção de subir Subnautica 2 ao acesso antecipado em maio. A própria Krafton confirmou a data com veículos, mas seus defensores sustentam que a divulgação ocorreu sem a autorização necessária do conselho de liderança.
Contexto jurídico
Segundo a defesa de Gill, a decisão sobre o lançamento é de responsabilidade exclusiva do CEO, com base em uma ordem da juíza Lori Will, emitida em 16 de março. A carta de Gill a Will contesta a forma como a Krafton tratou a data de lançamento.
A Krafton, por sua vez, informou que a mensagem de Papoutsis não violou a ordem judicial. Os advogados da editora afirmam que a comunicação celebrava o trabalho da equipe durante uma revisão de marcos e não alterava a autoridade de Gill sobre a data.
Judge Will ainda não respondeu oficialmente às mensagens das partes. As duas equipes haviam sido convocadas para uma audiência e para apresentar uma sugestão de julgamento compatível com a decisão anterior da juíza. O desfecho permanece sob análise judicial.
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