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Polícia Civil deflagra operação contra quadrilha do falso Pix no RJ e GO

Operação conjunta prende quatro integrantes e cumpre dez mandados; golpes envolviam fingir filhos das vítimas para pedir transferências via Pix

Integrante da quadrilha foi preso em Campo Grande, na zona oeste
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  • Polícia Civil do Rio de Janeiro participou de operação coordenada pela Polícia Civil do Distrito Federal para desarticular a organização por trás do golpe do “falso Pix”, com atuação simultânea no Rio de Janeiro, Aparecida de Goiânia e Goiânia, com apoio da Polícia Civil de Goiás.
  • Ao todo, quatro integrantes foram detidos e dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos; um homem foi preso no bairro Campo Grande, na zona oeste do Rio.
  • Os criminosos se passavam por filhos das vítimas, usando fotos reais obtidas em redes sociais para dar credibilidade aos pedidos de transferências via Pix em situações emergenciais.
  • Celulares, computadores e documentos relacionados às fraudes foram apreendidos e encaminhados para perícia, com o objetivo de interromper o esquema e identificar outros envolvidos.
  • A apuração aponta um número expressivo de vítimas em todo o país, muitas ainda sem registro policial.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro participou, nesta terça-feira (24), de uma operação coordenada pela PCDF para desarticular uma organização criminosa especializada no golpe do falso Pix. A ação ocorreu de forma concomitante em Aparecida de Goiânia, Goiânia e Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Civil de Goiás.

Durante o cumprimento das diligências, um homem foi preso no bairro Campo Grande, na zona oeste do Rio. Ao todo, quatro integrantes foram detidos, e foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão.

A operação tem como objetivo interromper as atividades da quadrilha, reunir novas provas e identificar outros possíveis envolvidos no esquema. Os investigadores também apreenderam celulares, computadores e documentos para perícia.

Como operava o golpe

Os criminosos se fingiam de filhos das vítimas, utilizando fotos reais obtidas em redes sociais para ganhar credibilidade. Em seguida, enviavam mensagens solicitando transferências via Pix, com a justificativa de situações emergenciais.

Análises de quebra de sigilo bancário indicam um número expressivo de vítimas em todo o país, muitas das quais ainda não registraram ocorrência policial. As informações serão encaminhadas para continuidade das investigações.

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