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Goleiro Bruno completa 15 dias foragido; prisão permanece após recurso negado

Bruno Fernandes completa quinze dias como foragido; Justiça mantém a prisão após negar recurso e manter mandado ativo

Goleiro Bruno Fernandes segue como foragido
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  • Nesta quarta-feira (25), completam-se duas semanas desde que Bruno Fernandes foi considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro, após revogar o livramento condicional e expedir mandado de prisão no início de março.
  • O mandado de prisão foi expedido pelo Tribunal de Justiça do estado em cinco de março, após identificar descumprimento de regras do livramento.
  • Bruno passou a ser oficialmente foragido em dez de março; no dia 13 de março, a foto dele foi incluída nos cartazes de procurados da Polícia Civil.
  • A decisão levou em conta uma viagem de fevereiro ao Acre, quatro dias após a concessão do livramento, sem autorização prévia, além da apresentação ao Vasco-AC para retorno ao futebol.
  • A defesa tentou embargos para reverter a decisão, mas o juiz manteve o mandado de prisão; Bruno cumpre pena de vinte e dois anos e três meses pelo assassinato de Eliza Samudio.

O goleiro Bruno Fernandes completa, nesta quarta-feira, 15 dias como foragido após a revogação do livramento condicional e a expedição de mandado de prisão pelo Rio de Janeiro. Justiça mantém a prisão após negar recurso da defesa.

O mandado de prisão foi expedido em 5 de março, após o tribunal constatar descumprimento de regras do livramento. Bruno passou a ser considerado foragido em 10 de março e teve foto publicada nos cartazes da Polícia Civil em 13 de março.

Em 15 de fevereiro, dias após o benefício, o atleta viajou do Rio de Janeiro para o Acre, sem autorização prévia para deixar o estado, e assinou retorno ao futebol no Vasco-AC. A viagem foi usada como argumento de infração.

Desdobramentos processuais

A viagem fora das regras e a divulgação de fotos no Maracanã no fim de janeiro, quando ainda vigorava o livramento, foram considerados descumprimentos. A defesa tentou embargos, mas o juiz manteve a decisão de revogação.

Bruno responde pela morte de Eliza Samudio, em 2010. Em julgamento de 2013, o ex-goleiro admitiu o crime e recebeu a pena de 22 anos e 3 meses de prisão. O caso segue sob a Justiça do estado de Minas Gerais.

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