- A Polícia Civil do Distrito Federal abriu seis novos inquéritos para investigar mortes na UTI de um hospital em Brasília.
- As mortes ocorreram em dezembro do ano passado, com pacientes entre 73 e 83 anos, por parada cardiorrespiratória súbita sem explicação clínica aparente.
- A linha de apuração envolve possíveis vínculos com três técnicos de enfermagem presos, réus por homicídio doloso qualificado.
- Um dos suspeitos, Marcus Vinícius de Araújo, disse ter aplicado desinfetante na veia de uma vítima; Marcela da Silva confessou participação, enquanto Amanda Rodrigues negou envolvimento.
- A polícia analisa prontuários médicos e cruza escalas de trabalho para verificar se os suspeitos estavam de plantão nos dias das mortes; a motivação ainda é desconhecida.
A Polícia Civil do Distrito Federal abriu seis novos inquéritos para apurar mortes na UTI de um hospital em Brasília. A investigação mira possíveis vínculos com técnicos de enfermagem presos, acusados de homicídio de três pacientes.
As novas ações envolvem seis óbitos de pacientes entre 73 e 83 anos, ocorridos em dezembro do ano passado por parada cardiorrespiratória súbita sem explicação clínica aparente. O delegado Rafael Seixas destacou o cuidado com mortes possivelmente naturais pela condição na UTI.
Famílias denunciaram os casos após a prisão de três técnicos de enfermagem, réus por homicídio doloso qualificado. Marcus Vinícius de Araújo confessou ter aplicado desinfetante na veia de uma vítima; Marcela da Silva confirmou participação, enquanto Amanda Rodrigues negou o envolvimento.
A polícia analisa prontuários médicos e cruza escalas de serviço para verificar se os profissionais estavam de plantão nas datas dos óbitos. A motivação dos supostos crimes permanece sob apuração, sem conclusão até o momento.
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