Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Perícia aponta que coronel tentou apagar dados do celular da esposa após o crime

Perícia indica limpeza digital no celular da soldado após o crime; mensagens apagadas sugerem tentativa de manipular provas e sustentar versão inicial

PM Gisele pedindo divórcio • Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • A perícia no celular da soldado Gisele Alves Santana indicou provável limpeza digital após o disparo que a matou; o aparelho foi acessado quando a vítima ainda estava viva, com indícios de exclusão de conteúdos.
  • As mensagens apagadas foram trocadas entre o casal ao longo do dia anterior ao crime; Gisele dizia que queria se separar, o que contrasta com a versão de que o coronel pedia o divórcio.
  • A polícia aponta que o celular pode ter sido usado para sustentar a versão inicial de suicídio apresentada pelo marido, com registros digitais ajudando a traçar o comportamento anterior ao crime.
  • A perícia recuperou mensagem na qual Gisele afirma não conseguir superar a traição e que a separação seria o caminho por não confiar mais no marido.
  • Investigadores avaliam que a manipulação de dados pode configurar fraude processual e fortalecer a tese de feminicídio, ao indicar encobrimento do crime além da violência física.

O laudo da perícia no celular da soldado PM Gisele Alves Santana aponta indícios de uma “limpeza digital” logo após o disparo que a tirou da vida. Dados extraídos mostram acesso ao aparelho enquanto a vítima ainda esperava socorro.

A análise indica manipulação de informações e registros compatíveis com exclusão de conteúdos. Para a polícia, esse comportamento levanta a hipótese de tentar controlar a narrativa por meio de provas digitais alteradas.

As mensagens apagadas foram trocadas entre o casal ao longo do dia anterior ao crime. Gisele dizia que queria se separar, o que contraria a versão apresentada pelo coronel, de que ele pedia o divórcio.

Evidências digitais

A perícia aponta que o celular não era apenas ferramenta de comunicação, mas possível meio de monitoramento da rotina da vítima. Interações, uso de apps e histórico ajudam a traçar um padrão de comportamento anterior ao crime.

Entre as conversas recuperadas, Gisele afirma que não conseguiria superar a traição e que a separação seria o caminho, por confiar menos no marido. O caso envolve acusações de monitoramento e desinformação nas redes.

A Polícia também apura se a manipulação de dados pode configurar fraude processual, fortalecendo a linha de feminicídio ao indicar uma tentativa de encobrir o crime após a violência física.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais