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Relatos indicam que filha da PM Gisele tem medo do tenente-coronel Geraldo Neto

Filha da policial Gisele temia o tenente-coronel Geraldo Neto; perícia revela manipulação do celular após disparo e possíveis agressões

Exclusivo: relatos apontam que filha da PM Gisele tinha medo do tenente-coronel Geraldo Neto
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  • Policiais militares relatam que a filha de Gisele Santana tinha medo do tenente-coronel Geraldo Neto, companheiro da mãe, com relato de agressão contra a enteada de 7 anos.
  • A perícia no celular de Gisele confirmou que o marido mexeu no telefone após ela ter sido baleada, e os laudos ajudam a entender a dinâmica antes e depois da morte ocorrida em 18 de fevereiro.
  • O relatório aponta que a última conversa entre o casal foi apagada possivelmente pelo tenente-coronel, mas mensagens enviadas por Gisele na véspera da morte foram recuperadas.
  • Entre as 18h40 e 19h58 o telefone de Gisele foi desbloqueado 13 vezes, e o aparelho teria sido manuseado após o disparo.
  • Geraldo Neto sustenta que a atuação mais enérgica visava orientar a menina sobre o perigo de ficar sozinha; outra policial disse que a filha demonstrava muito medo. O tenente-coronel é réu por feminicídio e permanece preso, negando ter matado Gisele.

A perícia no celular de Gisele Santana confirmou que o marido mexeu no telefone após ela ter sido baleada, segundo laudos do Instituto de Criminalística. As informações ajudam a esclarecer a dinâmica dos acontecimentos antes e depois da morte ocorrida em 18 de fevereiro.

Relatos de policiais militares apontam que a filha de Gisele tinha medo do tenente-coronel Geraldo Neto, companheiro da mãe. Uma testemunha da PM relatou ainda um possível episódio de agressão envolvendo a enteada, de 7 anos, filha de Gisele.

O relatório aponta que a última conversa entre o casal foi apagada possivelmente pelo tenente-coronel, mas mensagens enviadas por Gisele na véspera da morte foram recuperadas. Entre as 6h e 8h da noite, o casal teria conversado por duas horas, conforme o documento.

Conforme o inquérito da Corregedoria, a filha de Gisele teria demonstrado ansiedade em relação ao padrasto. Uma segunda policial afirmou que a criança parecia temer o oficial. Caso haja irregularidades comprovadas, podem surgir consequências disciplinares.

Geraldo Neto está preso desde a semana passada e responde como réu pelo feminicídio de Gisele. Ele nega a acusação de ter ceifado a vida da policial. O inquérito continua a investigar a relação entre o casal e o contexto familiar.

A investigação busca esclarecer a leitura dos fatos no dia do incidente, incluindo o comportamento de Geraldo Neto e a resposta de órgãos internos da Polícia Militar. As novas informações ajudam a entender a dinâmica familiar e as evidências coletadas.

Não houve divulgação de novos depoimentos públicos até o momento, conforme apurado. As autoridades ressaltam que os laudos e depoimentos são parte do conjunto de evidências que embasam o inquérito em curso.

O resultado final da investigação pode exigir novas etapas processuais, com foco na relação entre os envolvidos e a atuação da corregedoria. A defesa de Geraldo Neto já apresentou manifestações sobre o caso.

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