- Uma segunda turbina eólica gigante foi aprovada para o Porto de Immingham, com altura de 491,7 ft (149,9 m), instalada no lado oeste do porto.
- A autorização para outra turbina da mesma altura já havia sido concedida pelo Conselho de North Lincolnshire em janeiro.
- O comitê de planejamento do Conselho de North East Lincolnshire aprovou a segunda turbina por unanimidade, em meio a discussões que mencionaram o conflito no Oriente Médio.
- A ABP afirma que a turbina reforça a segurança energética do porto, gera cerca de 4,2 MW e fornece eletricidade diretamente aos cais, contribuindo para a sustentabilidade.
- O porta-voz da ABP, Jack Thompson, disse que o projeto faz parte de um portfólio de cinco licitações na região do Humber e que a geração no local ajuda no controle de custos e na descarbonização; a ABP busca atingir zero emissão líquida até 2040.
A segunda turbina eólica de grande porte foi aprovada para o Porto de Immingham. A estrutura tem 149,9 m de altura e ficará no lado oeste do porto. A autorização de planejamento para outra turbina do mesmo tamanho já havia sido concedida pela North Lincolnshire Council em janeiro.
A aprovação para a segunda turbina em North East Lincolnshire Council foi unânime no comitê de planejamento, com discussões que mencionaram tensões no Oriente Médio durante o debate. A decisão mantém o projeto no ritmo previamente estabelecido.
Segundo a portaria da ABP, essa turbina contribuirá para a segurança energética do porto e para a descarbonização dos clientes da infraestrutura. A edificação fica sob a jurisdição de North East Lincolnshire e deve gerar aproximadamente 4,2 MW de energia.
De acordo com o Local Democracy Reporting Service, a turbina gerará eletricidade diretamente para os cais e ampliará a sustentabilidade global do porto. O projeto integra um conjunto de cinco propostas simultâneas apresentadas na região do Humber.
Representando a ABP, Jack Thompson destacou que a iniciativa faz parte de um portfólio de lances na região. A geração no local permitiria controle de custos para a ABP e seus clientes, que buscam cada vez mais a descarbonização.
Eventos recentes no Irã foram citados no debate como evidência da importância de fontes de energia locais e estáveis em tempos conturbados. A ABP busca tornar o negócio neutro em carbono até 2040.
O edil Tim Mickleburgh afirmou que a turbina está em área industrial e não afeta áreas residenciais, reforçando a estratégia de maior autossuficiência energética do país.
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