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Golpes com números com o mesmo prefixo do telefone do usuário aumentam

Polícia Civil de São Paulo vê crescimento de ligações fraudulentas com números semelhantes aos de usuários via spoofing, alerta sobre golpes para obter senhas

Golpes para celulares que usam números com o mesmo prefixo do telefone dos usuários aumenta
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  • A Polícia Civil de São Paulo identificou crescimento de golpes em celulares que usam números com o mesmo prefixo do usuário, por meio de spoofing.
  • Relatos de vítimas, como Antonny Carlos e Rosemari Silva, mostram ligações diárias fingindo ser banco ou INSS.
  • Criminosos utilizam tecnologia para falsificar o número que aparece na tela do celular.
  • O delegado Christian Nimoi destaca que o objetivo é ludibriar a vítima para obter a senha e causar prejuízo.
  • A Anatel informou que já abriu 14 processos neste ano relacionados a spoofing e tem medidas para ampliar a autenticação de chamadas.

A Polícia Civil de São Paulo identificou um aumento nas ligações fraudulentas que usam números com o mesmo prefixo do telefone das vítimas. O objetivo dos criminosos é induzir o usuário a abrir aplicativos e digitar senhas, comprometendo contas. A tendência coloca o estado em alerta para golpes de caráter financeiro.

Casos de usuários como Antonny Carlos e Rosemari Silva ilustram o que está ocorrendo. Antonny recebe ligações o dia inteiro, com números muito parecidos aos seus ou aos do banco. Ele já caiu em um golpe e hoje se sente mais atento. Rosemari relata ligações diárias de números iguais aos seus, com a alegação de ser do INSS, oferecendo informações que parecem positivas.

A polícia explica que a técnica, conhecida como spoofing, falsifica a identificação da chamada para enganar a vítima. O delegado da Divisão de Crimes Cibernéticos, Christian Nimoi, afirma que os números usados costumam imitar contatos reais, como de gerente de banco, para induzir a digitar senhas.

Medidas e atuação

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aponta intensificação do combate a esse tipo de fraude, que mascara números verdadeiros e utiliza software para disparo de chamadas. Em 2024, foram abertos 14 processos com indícios de spoofing. Uma das ações é ampliar o sistema de autenticação e verificação de chamadas, auxiliando o cliente a identificar a ligação.

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