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Mexico City, o Domingo de Ramos ainda colore as ruas, com pajareros vendendo aves e gaiolas ao longo do percurso até a basílica.
- As vias ganham destaque com flores, enfeites de tule e imagens da Virgem de Guadalupe, enquanto famílias caminham centenas de metros carregando pequenas gaiolas.
- Nos últimos anos, o movimento se tornou mais quieto, segundo críticos, que acusam o comércio de crueldade e de fomentar tráfico de animais.
- Leis mais rígidas reduziram o número de vendedores, que dizem seguir as normas, criando aves em casa e mantendo apenas espécies legais.
- Para os pajareros, a data representa tradição e fé que perduram, mesmo diante das pressões externas.
Palm Sunday ainda colore as ruas da Cidade do México. Pajareros, vendedores de aves e gaiolas, ocupam o trajeto até a basílica com flores, enfeites e imagens da Virgem de Guadalupe. Famílias caminham por quilômetros carregando pequenas jaulas como parte da procissão anual.
O dia envolve a tradição e a fé, além do comércio para os pajareros. Eles afirmam seguir as regras, criar aves em casa e manter apenas espécies legais.
Ainda assim, a prática enfrenta críticas. Organizações questionam a crueldade com os animais e o possível tráfico, enquanto leis mais rígidas reduziram o número de vendedores nas ruas.
Controvérsia e legislação
Especialistas apontam tensões entre cultura local e bem-estar animal. Autoridades locais discutem como conciliar a tradição com normas de proteção dos animais. A situação varia conforme o local dentro da cidade.
Os pajareros afirmam que a tradição permanece relevante para comunidades que mantêm a fé, mesmo diante das pressões regulatórias. A basílica continua a atrair multidões que participam da celebração.
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