- A avó materna das crianças de Bacabal, Francisca Cardoso, e o marido, José Emídio, foram atropelados por uma caminhonete branca enquanto estavam em uma moto; o motorista não parou e o atropelamento teria sido proposital, segundo Francisca.
- Francisca sofreu fraturas no punho e no joelho; o marido teve fratura exposta no joelho. Ela usa cadeira de rodas e depende de ajuda dos filhos para se locomover.
- As crianças, Ágatha Isabelly, seis anos, e Allan Michael, quatro anos, seguem desaparecidas desde o dia quatro de janeiro, aproximando-se de três meses do caso.
- Francisca cobra respostas das autoridades e pediu que a nova secretária de segurança do Maranhão atue no caso, alegando falta de respostas das forças de segurança.
- A filha de Francisca, Clarice Cardoso, afirmou que toda a família está com medo, e que houve críticas e julgamentos na época de divulgação sobre o sumiço.
A avó materna das crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, relatou a sequência de eventos que culminou com o atropelamento que sofreu ao lado do marido. O acidente ocorreu após as buscas pelos netos, que já somam quase três meses sem localização.
Francisca Cardoso informou que, no dia do atropelamento, ela e o marido, José Emídio, estavam em uma moto quando foram atingidos por uma caminhonete branca. O motorista não teria prestado socorro, e a avó sustenta que o ato pode ter sido proposital.
Ela descreveu as consequências físicas: fraturas no punho e no joelho, além de um joelho com fratura exposta ao lado do marido. Atualmente, Francisca usa cadeira de rodas e depende do auxílio dos filhos para atividades básicas.
Francisca também afirmou que não recebeu respostas das autoridades sobre o paradeiro das netas Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde 4 de janeiro. A família cobra reação das forças de segurança e da nova secretaria de segurança do estado.
Avó pede respostas sobre o caso
A avó relatou que a comunicação com a filha, Clarice Cardoso, mãe das crianças, tem sido difícil, com mensagens não respondidas. Ela pediu que se amplie a atuação das autoridades e que haja uma investigação mais efetiva para esclarecer o paradeiro das crianças.
Clarice Cardoso, mãe das crianças, afirmou que a família teme pela segurança dos netos. Ela mencionou ainda que enfrentou críticas ao falar publicamente e que o medo dificultou a comunicação com a imprensa e a polícia.
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