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Exposição em casa modernista em São Paulo reúne mulheres da arte e do design

Em São Paulo, exposição em casa modernista reúne mais de trinta mulheres da arte e do design para enfrentar o apagamento histórico

Arazzo Geométrico XXVI, de Niobe Xandó para a By Kamy. Poltrona Bowl, de Lina Bo Bardi. Cavalete Aberto, de Claudia Moreira Salles, e biombo, de Etel Carmona, para a Etel. Obra de Lenora de Barros — Foto: Ruy Teixeira
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  • Em São Paulo, a exposição em uma casa modernista reúne mais de trinta artistas e designers.
  • A mostra, com curadoria de Marina Dias Teixeira e Ruy Teixeira, busca responder ao apagamento histórico de mulheres na arte e no design.
  • O conjunto evidencia produções de diferentes gerações, destacando a força feminina nas peças expostas.
  • A curadoria enfatiza a energia única da feminilidade, mesmo com obras distintas entre si.
  • O organizador Ruy Teixeira afirma que o projeto Fio Condutor reúne olhares diversos para valorizar as mulheres na cultura.

A exposição Fio Condutor, realizada em uma casa modernista de São Paulo, reúne mais de 30 artistas e designers, com curadoria de Marina Dias Teixeira e Ruy Teixeira. A mostra propõe responder ao apagamento histórico das mulheres ao evidenciar a força de suas produções.

Segundo os curadores, o conjunto busca concentrar olhares diversos sobre a produção feminina, conectando peças de arte e design em uma dramaturgia de cores, formas e materiais. As obras dialogam entre si, mesmo quando distintas, para revelar a energia coletiva da feminilidade.

A mostra apresenta peças como Arazzo Geométrico XXVI de Niobe Xandó para By Kamy, a Poltrona Bowl de Lina Bo Bardi e o Cavalete Aberto de Claudia Moreira Salles, entre outras criações. As peças destacam nomes de várias décadas, incluindo trabalhos de Lenora de Barros, Etel Carmona e Esther Faingold.

A curadoria destaca a diversidade de formatos, desde tapeçarias até objetos de design, mobiliário e esculturas. Entre as obras em destaque estão Tapetes de Nádia Resende, Mesas Iguais de Luciana Martins e a Cadeira Telejornal de Paula Juchem, entre outras.

Ruy Teixeira comenta que a exposição Fio Condutor nasce do reconhecimento da força das mulheres e da reunião dessas produções em um espaço onde, juntas, elas criam uma energia única da feminilidade. A produção busca ampliar a visibilidade de trajetórias frequentemente pouco documentadas.

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