- A Polícia Civil, por meio da DRF, deflagrou uma operação para desarticular uma quadrilha responsável por ataques a caixas eletrônicos, cumprindo quatro mandados de busca e apreensão em Itaboraí.
- A investigação tem origem em um crime de janeiro de dois mil e vinte e três, quando criminosos invadiram uma farmácia em Monjolos, São Gonçalo, e violaram um terminal bancário com maçarico, causando prejuízo superior a R$ 200 mil.
- Durante a ação, houve confronto com policiais militares e os suspeitos fugiram, abandonando o veículo utilizado na fuga.
- Um dos investigados registrou falsamente o roubo do carro, versão desmentida por dados de telefonia e interceptações autorizadas; ele confessou ter mentido para ocultar participação.
- O veículo foi entregue ao grupo antes do ataque, indicando planejamento prévio. O inquérito concluído será encaminhado ao Judiciário e ao Ministério Público; a operação busca identificar outros envolvidos e apreender celulares, dispositivos e documentos para avançar as investigações.
A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (1º), uma operação para desarticular uma quadrilha suspeita de ataques a caixas eletrônicos na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A ação, realizada pela DRF, cumpre quatro mandados de busca e apreensão no município de Itaboraí.
As investigações começaram após um crime ocorrido em janeiro de 2023. Criminosos invadiram uma farmácia no bairro Monjolos, em São Gonçalo, e violaram um terminal bancário com maçarico e cortes térmicos. O prejuízo supera R$ 200 mil.
Durante a ação, houve confronto com policiais militares e os suspeitos fugiram, abandonando o veículo utilizado na fuga. A polícia informou que diligências com base em inteligência permitiram reconstituir a dinâmica do crime e identificar os envolvidos.
Um dos investigados registrou falsamente o roubo do carro, mas a versão foi desmentida por dados de telefonia e interceptações autorizadas pela Justiça. Ele acabou confessando a participação após esclarecer o crime.
Segundo as apurações, o veículo foi entregue ao grupo antes do ataque, indicando planejamento prévio e divisão de tarefas entre os integrantes. O inquérito já foi concluído e encaminhado ao Judiciário e ao Ministério Público.
A operação busca apreender celulares, dispositivos eletrônicos e documentos que possam aprofundar as investigações e identificar outros envolvidos, fortalecendo a responsabilização penal dos suspeitos.
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