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Caso Gisele: PM aposenta tenente-coronel acusado de matar a mulher

Caso Gisele: tenente-coronel preso por feminicídio recebe 97% do salário na aposentadoria, cerca de R$ 21 mil

Caso Gisele: Denúncias anônimas relacionam marido de policial morta a assédio moral e ameaças
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  • O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi aposentado pela Polícia Militar sob acusação de feminicídio da soldado Gisele Alves Santana.
  • A decisão, publicada no Diário Oficial, determina a passagem à reserva e direito a receber cerca de 97% do salário.
  • O salário bruto antes da prisão era de R$ 29 mil; com a aposentadoria, ele passa a receber cerca de R$ 21 mil.
  • Ele foi preso no dia 18 de março na região central de São José dos Campos e permanece no presídio militar Romão Gomes, em São Paulo.
  • A Corregedoria da PM abriu processo de expulsão por feminicídio e fraude processual; se confirmada a expulsão, ele perderá o salário bruto de aproximadamente R$ 29 mil.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso sob acusação de feminicídio pela morte da soldado Gisele Alves Santana. A decisão de aposentá-lo foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial.

Segundo a portaria de inatividade, ele passará para a reserva da Polícia Militar. Mesmo como pensionista, terá direito a aproximadamente 97% do salário. A medida envolve a manutenção de parte da remuneração.

Antes da prisão, o salário bruto de Geraldo era de cerca de R$ 29 mil. Com a aposentadoria, o valor passa a ficar em torno de R$ 21 mil mensais.

O fato ocorreu em 18 de fevereiro, no apartamento em que casal residia no Brás, região central de São Paulo. Gisele Santana era policial militar; o casal vivia na capital paulista.

Geraldo Neto foi detido no interior do estado, na região de São José dos Campos, e permanece no presídio militar Romão Gomes, em São Paulo. Investigações seguem com a Corregedoria da PM e a Polícia Civil.

Processo disciplinar

No mês anterior, a Corregedoria da PM abriu processo de expulsão contra o tenente-coronel, por feminicídio e fraude processual. Caso a expulsão se confirme, ele perderá o salário de aproximadamente R$ 29 mil.

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