- O museu dedicado a Violeta Parra reabriu em 24 de março, quase seis anos após ter sido alvo de incêndios durante protestos, com as obras evacuadas previamente.
- A restauração custou $1m, financiada pela apólice de seguro contra incêndio do museu.
- Os incêndios ocorreram em fevereiro de 2020, durante protestos em todo o país; as obras de Parra já tinham sido retiradas do local.
- O museu fica a um quilômetro e meio do centro de Santiago e passou por melhorias de segurança, com janelas mais resistentes ao calor e maior integração com a polícia e os bombeiros.
- A reforma foi dirigida pela nova diretora Denise Elphick (desde 2023) sob supervisão do arquiteto Cristián Undurraga; o espaço foi inaugurado originalmente em outubro de 2015 e recebe apoio do Ministério das Culturas, Artes e Patrimônio.
A casa do folclore chileno reabre suas portas após mais de seis anos de obras, com a recuperação financiada pela apólice do seguro contra incêndio. O museu dedicado a Violeta Parra, que encerrou-se após ataques criminosos em protestos de 2020, retoma atividades neste 24 de março.
A restauração custou 1 milhão de dólares e foi coordenada pela diretora Denise Elphick, em atuação desde 2023, com a participação do arquiteto Cristián Undurraga, responsável pelo projeto original em forma de violão. A obra retomou o acervo e a infraestrutura adequada para exposição.
O Museu Violeta Parra fica a 1,5 km do centro de Santiago. Entre fevereiro de 2020, os três incêndios atingiram prédios históricos da região durante as manifestações nacionais, porém o acervo de Parra já havia sido evacuado. As chamas não comprometeram a estrutura, segundo a direção.
A instituição reforçou a segurança e o contato com as forças de polícia e Bombeiros. Janelas foram redesenhadas para suportar temperaturas extremas e há maior vigilância contra incidentes futuros. O espaço mantém apoio financeiro do Ministério da Culturas, Artes e Patrimônio.
Parra, nascida em 1917, integrou uma família de artistas no sul do Chile e é reconhecida pela variedade de técnicas — tecidos de sisal, pinturas e esculturas. Sua obra mais famosa, Gracias a la vida, ganhou interpretação de várias cantoras internacionais.
O museu, inaugurado em 2015, recebeu obras da própria instituição e empréstimos da Universidade do Chile. Parte do acervo também esteve em exibição na Universidad de Guadalajara, no México, após descontinuação de vínculos com o museu pela família de Parra.
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