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Prefeitura do RN nega distribuição de peixes estragados na Semana Santa

Prefeitura de Angicos nega ter distribuído peixe estragado na Semana Santa; 12 pessoas procuraram atendimento após consumo do pescado distribuído na cidade

Em vídeo compartilhado nas redes sociais, homem questiona a qualidade dos peixes distribuídos pela Prefeitura de Angicos
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  • A prefeitura de Angicos, no Rio Grande do Norte, negou ter distribuído peixes estragados na Semana Santa de 2026.
  • A distribuição gratuita alcançou moradores da zona urbana e rural e somou aproximadamente 3.800 kg de bonito.
  • Doze pessoas que consumiram o pescado buscaram atendimento em unidades de saúde, apresentando sintomas alérgicos.
  • As fornecedoras, GDS Comercial e Serviços Eireli e Freezer Carnes e Laticínios Ltda., informaram que seguiram os critérios de conservação e transporte e mantiveram a refrigeração adequada e documentação regular.
  • A prefeitura publicou nota reafirmando que os procedimentos adotados atenderam aos critérios exigidos para garantir a adequada entrega do peixe à comunidade.

A prefeitura de Angicos, no Rio Grande do Norte, negou ter distribuído peixes estragados durante a Semana Santa de 2026. A administração afirmou que o pescado foi fornecido por uma empresa que cumpriu os critérios de conservação e transporte.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Ação Comunitária distribuiu pescado gratuitamente para moradores da zona urbana e rural. A entrega totalizou cerca de 3.800 kg de bonito.

Segundo a prefeitura, a distribuição ocorreu com transparência e responsabilidade na gestão pública, seguindo os procedimentos exigidos para a adequada entrega do alimento à comunidade.

Resposta das fornecedoras

A empresa GDS Comercial e Serviços Eireli, que forneceu o pescado junto à Freezer Carnes e Laticínios Ltda, informou que manteve refrigeração adequada e documentação regular durante todo o processo.

De acordo com a nota apresentada pela prefeitura, as fornecedoras comprovaram que todos os critérios necessários para conservação, transporte e entrega foram observados.

Vigilância e atendimentos

O tema ganhou destaque após vídeo em redes sociais questionar a qualidade do peixe. Doze pessoas que consumiram o alimento buscaram atendimento em unidades de saúde, apresentando sintomas alérgicos, e receberam a medicação adequada.

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