- Mãe das crianças desaparecidas de Bacabal, Clarice Cardoso, afirmou que o caso foi abandonado pelas autoridades ao completar três meses do sumiço de Ágatha Isabelly, seis anos, e Allan Michael, quatro anos, no dia quatro de janeiro.
- As buscas envolveram milhares de pessoas, entre voluntários, bombeiros, policiais, Exército e Marinha, com cães farejadores e drones, mas não há pistas dos menores.
- Clarice disse que não recebeu respostas das autoridades e que o caso tem sido ignorado, mesmo após ter enviado mensagens que teriam sido visualizadas, mas não respondidas.
- Ela pediu que o governador do Maranhão, Carlos Brandão, e a secretária de Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, vão até sua casa para ver a situação e oferecer apoio.
- Em mensagens emocionais, a mãe publicou fotos inéditas e afirmou continuar buscando os filhos, reforçando a angústia diante da ausência de informações.
A mãe das crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, completa três meses sem pistas sobre o paradeiro de Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos. O sumiço ocorreu no dia 4 de janeiro, acentuando o desafio das buscas.
As primeiras semanas foram marcadas por operações intensas, com participação de voluntários, bombeiros, policiais, Exército e Marinha. Cães farejadores e drones também auxiliaram, mas não houve vestígios dos irmãos.
Ao completar três meses, Clarice Cardoso afirmou que o caso foi abandonado pelas autoridades, segundo sua percepção. Ela afirmou ter enviado mensagens às autoridades sem resposta e pediu que o governador e a secretária de Segurança Pública visite sua casa para avaliar a situação.
Pedido às autoridades
Clarice pediu que o governador Carlos Brandão e a coronel Augusta Andrade, secretária de Segurança Pública, vão até a residência para ver a realidade do que ela enfrenta. Ela alegou que o contato com as equipes de segurança diminuiu e que não houve retorno às mensagens.
A mãe também divulgou fotos inéditas dos filhos e declarou aos dois, enfatizando o tempo que se passou desde o desaparecimento. Ela mencionou a angústia, a expectativa e a esperança de encontrar os filhos com vida.
Ao longo dos meses, a prefeitura e órgãos de segurança têm acompanhado o caso, mas sem informações públicas sobre andamento das investigações. A família continua buscando respostas e ações efetivas para localizar Ágatha e Allan.
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