- A mãe da bebê Maya Costa Cypriano contou que o padrasto Lukas Pereira disse que a menina teria passado mal; a mãe, Emanuele Costa, saiu para uma entrevista de emprego e, ao retornar, encontrou a filha pior e foram para uma UPA.
- A bebê, de um ano e nove meses, não resistiu; a perícia concluiu que a morte foi causada por agressão na região abdominal, e a polícia foi acionada.
- Tanto a mãe quanto o padrasto foram ouvidos na quinta-feira e liberados; a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) passou a investigar o caso.
- Em sexta-feira, a polícia cumpriu mandado de prisão contra Lukas; ele confessou ter agredido a bebê por irritação com o choro.
- Lukas permanece detido, respondendo pelo crime de feminicídio; familiares e amigos manifestaram indignação e pediram justiça.
A mãe da bebê Maya Costa Cypriano informou, com desespero, que o padrasto da menina foi quem tirou a vida da criança. Maya tinha 1 ano e 9 meses e morreu nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. O caso ocorreu na residência da família, onde a criança estava sob os cuidados do padrasto.
A vítima estava em casa sob a supervisão de Lukas Pereira, marido da mãe, Emanuele Costa. A mãe havia saído de madrugada para uma entrevista de emprego. Ao retornar pela manhã, encontrou a filha em estado grave e a levou para uma Unidade de Pronto Atendimento.
Na UPA, apesar do atendimento, Maya sofreu uma parada cardiorrespiratória. Médicos relataram sinais de agressão física. A situação levou à comunicação à polícia e à condução de Emanuele e Lukas à delegacia, onde prestaram depoimento na quinta-feira.
A perícia apontou que a causa da morte foi agressão na região abdominal. Diante das novas evidências, o caso passou a tramitar na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Na sexta-feira, o padrasto Lukas foi preso pela polícia civil.
Investigação e decisão judicial
Em depoimento aos investigadores, Lukas confessou ter agredido a bebê, afirmando ter se irritado com o choro da criança. Ele permanece detido e responderá pelo crime de feminicídio. A mãe, Emanuele, ainda não tem participação investigada em relação ao crime, conforme informa a autoridade policial.
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