- A superlotação no show do Capital Inicial em Leopoldina, Minas Gerais, está sob investigação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
- O estabelecimento foi notificado a parar de vender ingressos acima da capacidade e a reembolsar clientes com áreas interditadas.
- A investigação busca apurar irregularidades na organização e fiscalização do evento.
- A intervenção ocorreu após denúncias de público excessivo e áreas interditadas; Polícia Militar e Vigilância Sanitária atenderam ao local.
- A banda Capital Inicial informou colaboração com as autoridades e que a organização seguiu as normas vigentes; o processo segue em andamento.
A superlotação no show do Capital Inicial, realizado em Leopoldina, Minas Gerais, é alvo de investigação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O evento teria excedido a capacidade, levando à interdição de áreas e à necessidade de reembolso aos consumidores prejudicados.
O MPMG notificou o responsável pelo evento para interromper a venda de ingressos acima da capacidade e para ressarcir clientes com áreas interditadas. A apuração busca esclarecer irregularidades na organização e na fiscalização.
A interdição ocorreu após denúncias de público excessivo e áreas bloqueadas. A Polícia Militar e a Vigilância Sanitária atuaram para assegurar o cumprimento de normas de segurança e saúde.
Capital Inicial afirmou que coopera com as autoridades e que a organização seguiu as normas vigentes. A banda se coloca à disposição para esclarecer dúvidas sobre o caso.
A investigação do MPMG continua em andamento e novas informações devem ser divulgadas. Enquanto isso, o estabelecimento permanece interditado e sob análise administrativa.
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