- Médico e enfermeira foram presos em flagrante em uma clínica na estrada do Joá, em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro, durante a etapa da Operação Monjauro na terça-feira (7).
- A ação, realizada pela Decon com apoio do ICCE, apreendeu medicações proibidas, incluindo canetas emagrecedoras, hormônios sem registro na Anvisa e itens vencidos.
- Os dois foram autuados por crime contra a ordem tributária e pela relação de consumo.
- A investigação aponta que os produtos eram distribuídos a partir da cidade de São Paulo, e a Decon segue diligências para mapear toda a cadeia criminosa, especialmente fornecedores.
- Na segunda-feira (6), já havia sido preso um casal que comercializava, de forma ilícita, itens terapêuticos e emagrecedores sem autorização da Anvisa.
Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante nesta terça-feira, na clínica localizada na estrada do Joá, em São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. A operação integrou a fase da Monjauro deflagrada pela Decon, com apoio do ICCE, e visou irregularidades na comercialização de medicamentos. Entre os itens apreendidos estavam canetas emagrecedoras e outras substâncias sem regulamentação. As prisões ocorreram durante a fiscalização nas dependências da unidade.
Segundo a Secretaria de Polícia Civil, as irregularidades reveladas no local motivaram a detenção do dono da clínica, médico, e da responsável técnica, enfermeira, por crime contra a ordem tributária e relação de consumo. O material apreendido inclui medicamentos proibidos, hormônios sem registro na Anvisa e itens vencidos, todos considerados irregularidades graves.
A apuração inicial aponta que os produtos são distribuídos a partir da cidade de São Paulo, com a cadeia criminosa ainda em investigação pela Decon. As autoridades seguem com diligências para identificar fornecedores e demais participantes do esquema, visando recompor toda a cadeia envolvida na venda irregular.
Investigação
A ação de inteligência e monitoramento da clínica resultou na identificação de irregularidades que motivaram a fiscalização. Durante as buscas, houve apreensão de itens sem autorização sanitária e com origem incerta, além de registros vencidos, conforme informações da Secretaria de Polícia Civil.
A Delegacia do Consumidor informou que as diligências continuam para mapear toda a cadeia de distribuição dos medicamentos irregulares. O objetivo é esclarecer quem forneceu as substâncias ilícitas e como ocorria a venda direta aos pacientes.
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