- Jasveen Sangha, de 42 anos, conhecida como a “Rainha da Cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão por fornecer cetamina que levou à overdose fatal de Matthew Perry em 2023.
- Ela se declarou culpada de cinco crimes federais, incluindo manter um esconderijo de narcóticos e distribuir cetamina que resultou no óbito.
- A juíza rejeitou o pedido de redução de pena feito pela defesa; Sangha permaneceu sóbria desde a prisão e liderou reuniões de Narcóticos Anônimos, mas continuou vendendo drogas por seis meses após a morte de Perry.
- Perry, 54 anos, foi encontrado morto em uma banheira de hidromassagem na casa dele, em Los Angeles, em outubro de 2023; a autópsia apontou cetamina somada a outros fatores que levaram à perda de consciência e afogamento.
- A acusação afirma que Sangha vendeu 51 frascos de cetamina a Erik Fleming, intermediário que repassou as doses ao assistente pessoal de Perry; outros envolvidos também se declararam culpados, com penas que variaram de prisão domiciliar a duas anos e meio de prisão.
Jasveen Sangha, conhecida como a “Rainha da Cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão por fornecer a droga que contribuiu para a overdose fatal do ator Matthew Perry em 2023. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (8/abr/2026) pelas autoridades federais.
A sentença ocorreu em Los Angeles, após Sangha se declarar culpada de cinco crimes federais ligados à morte de Perry, incluindo manter um esconderijo de narcóticos e distribuir cetamina que resultou no óbito.
A defesa havia solicitado redução da pena, destacando que Sangha permaneceu sóbria desde a prisão e participou de reuniões de Narcóticos Anônimos. A juíza Sherilyn Garnett, no entanto, rejeitou o pedido.
Segundo a acusação, Sangha vendeu 51 frascos de cetamina a Erik Fleming, que repassou as doses ao assistente pessoal de Perry, Kenneth Iwamasa, que injetou pelo menos três aplicações no ator. Perry tinha 54 anos na época.
A autópsia indicou que a morte foi causada pelos efeitos agudos da cetamina em combinação com outros fatores que levaram à perda de consciência e afogamento. A droga, embora utilizada com fins terapêuticos, circula como substância ilícita.
Outros envolvidos no caso, incluindo Fleming, Iwamasa e dois médicos, também se declararam culpados. As penas variaram de prisão domiciliar a duas anos e meio de prisão.
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