- Melissa Chiu deixa o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, em Washington, para assumir a direção do Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York.
- O último dia de Chiu no Hirshhorn será 31 de agosto; ela assume o Guggenheim em 1º de setembro.
- Chiu é nativa da Austrália e dirigia o Hirshhorn desde 2014, após Passagem pela Asia Society de Nova York.
- Durante sua gestão, a arrecadação aumentou 75%, a frequência de visitantes dobrou e foram ampliadas a coleção e programas tecnológicos; também ocorreu a reforma do jardim de US$ 68 milhões, com projeto de Hiroshi Sugimoto, com inauguração prevista para outubro.
- Aaron Seeto assume como diretor interino do Hirshhorn até a nomeação de um substituto permanente.
Melissa Chiu deixa o Hirshhorn para assumir o Guggenheim, em Nova York. A diretora deverá deixar o museu de Washington no final de agosto e começar no Guggenheim em 1º de setembro, sem intervalo entre os cargos.
Durante seu mandato no Hirshhorn (desde 2014), Chiu ampliou a captação de recursos, com crescimento relevante, duplicou a frequência de publico e garantiu doações históricas. A reforma do jardim de US$ 68 milhões, assinada por Hiroshi Sugimoto, também integra o legado da gestão. A área de tecnologia e a ampliação da coleção também foram destaques.
Aaron Seeto, atual vice-diretor, assume interinamente a direção até a nomeação de um substituto permanente. O Hirshhorn integra a rede Smithsonian, sob supervisão do secretário Lonnie G. Bunch III, que elogiou a contribuição de Chiu para o papel nacional do museu.
Nova função
No Guggenheim, Chiu terá status de liderança sob Mariët Westermann, diretora do Solomon R. Guggenheim Foundation. Westermann, que já ocupava o cargo de diretora desde 2024, passa a focar na gestão global da rede, incluindo a futura instituição em Abu Dhabi. Westermann elogiou o histórico de Chiu e a perspectiva de parceria entre as instituições.
Chiu afirmou em comunicado que se sente honrada pela trajetória no Hirshhorn e pela nova posição. Ela destacou o desejo de colaborar com equipes internacionais, incluindo as sedes de Bilbao, Veneza e Abu Dhabi, para construir o Guggenheim do futuro. A executiva também reforçou o compromisso de manter o Guggenheim de Nova York como espaço de aprendizado e alegria para visitantes.
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