- Os primos Pedro Henrique, 6 anos, e Henry Miguel, 4 anos, foram encontrados sem vida dentro de um carro em Praia Grande, litoral de São Paulo, por volta de 00h45 de 23 de março, após sumirem no dia 22 de março.
- A Secretaria de Segurança Pública informou que os laudos indicam que não houve homicídio e que a provável causa foi asfixia por confinamento acidental; perícia apontou defeitos nas maçanetas, com a porta do motorista sendo a única que podia ser aberta por fora, com dificuldade.
- O caso tramita em um inquérito policial na Delegacia de Investigações Gerais de Praia Grande.
- A mãe de Henry Miguel, Ingrid Farias, divulgou vídeo dizendo que o episódio foi homicídio e afirmou que vai buscar justiça.
- A madrasta de Pedro Henrique disse ter procurado pelo carro e não encontrado as crianças; pediu auxílio da sociedade para esclarecer o ocorrido, afirmando que houve marcas nas vítimas e cobrando respostas.
Os primos Pedro Henrique, 6 anos, e Henry Miguel, 4, foram encontrados sem vida dentro de um carro em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após desaparecerem no dia 22 de março. O veículo estava estacionado em um terreno próximo à residência da família. A polícia informou que a morte não teve característica de homicídio, segundo laudos recebidos até o momento.
Segundo a nota da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o caso está sob inquérito na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande. Investigadores apontaram, com base nos laudos periciais, que asfixia por confinamento acidental pode ter ocorrido, sugerindo que os meninos entraram no carro para brincar e não conseguiram sair.
As informações oficiais indicam que as maçanetas apresentavam defeitos no carro, dificultando a saída. A nota ressalta que a investigação continua com um dos laudos periciais já entregue à polícia. Em paralelo, familiares contestam a versão oficial, mantendo suspeitas sobre as circunstâncias da morte.
Reações da família e contestação à versão oficial
Ingrid Farias, mãe de Henry Miguel, divulgou vídeo em que afirma que o que ocorreu não foi acidente, mas homicídio, demonstrando preocupação com a violência e dizendo que a família buscará justiça. Ela relatou sentir uma dor intensa e disse que, mesmo com relato de outros familiares, não aceita a versão oficial.
A madrasta de Pedro Henrique também contestou as informações oficiais, relatando que verificou o carro e não encontrou as crianças em determinado momento do dia. Ela apontou que havia marcas no corpo das crianças, argumentando que não houve asfixia e pedindo que envolvidos sejam identificados para que a justiça seja feita.
Familiares realizaram protestos próximos a delegacias, com apoio de amigos e vizinhos, para cobrar respostas. A polícia não divulgou novos detalhes desde a atualização dos laudos, mantendo o inquérito em andamento para esclarecer as circunstâncias da morte.
Entre na conversa da comunidade