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Turismo nas Ilhas Salomão se recupera; o que ver e fazer

Turismo nas Ilhas Salomão registra 2025 de recuperação, com 28,548 visitantes, alta de 13.6%, impulsionado por acordos com a China e grandes conferências

A person snorkelling in the Solomon Islands
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  • As Ilhas Salomão tiveram a melhor temporada de turismo pós‑Covid em 2025, impulsionada por promoções, marketing e a realização de importantes conferências regionais no ano anterior.
  • O número de visitantes em 2025 foi de 28.548, alta de 13,6% frente a 2024, perto do recorde de 28.930 em 2019.
  • O turismo de lazer cresceu 34,3% em 2025 em relação a 2024.
  • Os chineses lideraram o crescimento, com alta de 64,5% em 2025, após acordo de isenção de visto assinado entre os dois países em novembro de 2024. Australianos, nz e Fiji também apareceram entre as maiores fontes, com respectivas altas de 15,4%, 14,5% e quase estáveis.
  • Entre agosto e setembro houve pico de visitas, associado principalmente às conferências realizadas no período.

A Solomon Islands viveu em 2025 a sua melhor temporada de turismo desde a pandemia, registrando 28.548 visitantes no ano. O crescimento de 13,6% frente a 2024 evidencia recuperação gradual do setor, aproximando-se do recorde de 28.930 turistas em 2019, antes das restrições de fronteira.

Aumento promovido por ações de promoção e pela organização de grandes conferências regionais no ano anterior, como o 54º Pacific Islands Forum Leaders Meeting e o Pacific Ministers Water and Wastewater Management Meeting. O resultado indica avanço rumo aos níveis pré‑Covid.

Segundo dados do Solomon Islands National Statistics Office (SINSO), as viagens de lazer representaram a maior parcela do crescimento, com alta de 34,3% em 2025. Turistas chineses lideraram a recuperação, com alta de 64,5% em relação a 2024, após acordo de isenção de visto entre ambos os países.

A participação australiana cresceu 15,4% e comprou 32,3% do total de visitantes. Nova Zelândia aumentou 14,5% e Fiji registrou ganho muito pouco acima de 0,1%. A agilidade de mercado e a atratividade das ilhas explicam o desempenho.

Conferências realizadas entre agosto e setembro contribuíram para o fluxo turístico, segundo a administração local. Dagnal Dereveke, CEO interino da Tourism Solomons, afirma que os esforços de retomar chegadas devem continuar e visar ultrapassar patamares pré‑Covid.

O que ver e fazer

O arquipélago de quase 1 mil ilhas impressiona por praias pouco frequentadas, mergulho de classe mundial e patrimônio cultural. Mergulhos e snorkéis em naufrágios japoneses do Second World War em Bonegi Beach I e II são alternativas populares.

Marovo Lagoon, maior lagoa salgada do mundo, oferece mergulho e snorkel entre vida marinha e recifes. A região da Western Province atrai observadores de baleias, tartarugas e tubarões‑frade.

Trilhas levam a Tenaru Falls, com vistas da floresta tropical. Kennedy Island é destino para piqueniques no local onde John F. Kennedy nadou em 1943. Skull Island atrai visitantes interessados em santuários com crânios de antigos chefes tribais.

Museus a céu aberto incluem o Peter Joseph WWII Museum, com artefatos encontrados na mata ao redor. O Vilu War Museum exibe artefatos militares japoneses e norte‑americanos, em jardins tropicais.

Fontes geotérmicas atraem visitantes aos jacuzzis termais de Savo Island, onde é possível observar aves megapode. O Mercado Central de Honiara oferece artesanato local e produtos regionais, além de visitas a vilas culturais para danças tradicionais.

Mais de 70 idiomas continuam sendo falados na região, e práticas como dinheiro concha e canoa de casco aberto enriquecem a experiência cultural dos turistas.

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