- Doug Allan, cinegrafista de vida selvagem, morreu nesta semana aos 74 anos depois de ficar doente durante uma trilha de montanha no Nepal.
- Fotógrafo escocês, era mergulhador treinado e biólogo marinho, e registrou cenas do mundo congelado acima e abaixo d’água.
- Trabalhou ao lado de Sir David Attenborough em programas da BBC, como The Blue Planet, Planet Earth e Frozen Planet.
- Nas suas filmagens, capturou ursos polares, morsas, belugas, pinguins-imperadores, raposas árticas e outras espécies em regiões árticas e antárticas.
- Deixou um legado como pioneiro do cinema de vida selvagem, com prêmios e um acervo de fotos e imagens que guiarão gerações.
Doug Allan, renomado cinegrafista de vida selvagem, faleceu nesta semana aos 74 anos após adoecer durante uma trilha no Nepal. O falecimento encerra uma trajetória marcada por imagens extremas em ambientes polares. Allan trabalhou em parceria com Sir David Attenborough em séries da BBC.
O escote de carreira incluiu filmagens em mares gelados e territórios inóspitos, com foco em ursos polares, focas e baleias. Além de diretor de fotografia, era mergulhador treinado e biólogo marinho, reconhecido pela qualidade técnica das imagens.
Ao longo de décadas, participou de programas de referência como The Blue Planet, Planet Earth e Frozen Planet, consolidando-se como um dos pioneiros do cinema de natureza. Deixou um legado de fotos e filmagens que inspiraram novas gerações.
Carreira e legado
Allan registrou centenas de dias de câmera com ursos polares e outras espécies em locais como Groenlândia, Svalbard, Canadá e Antártida. Seu trabalho mostrou impactos da mudança climática nas paisagens polares e no comportamento animal.
Entre as imagens marcantes estão baleias, focas, pinguins e aves marinhas, capturadas em condições extremas de frio e iluminação. A obra de Allan permanece como referência para documentários sobre o Ártico e o Antártico.
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