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Polícia de SP identifica perfis de vítimas de golpes em apps de relacionamento

Perfil aponta homens de trinta a cinquenta anos, recém-divorciados, vítimas de golpes em apps de relacionamento, com risco de sequestro

Polícia de SP traça perfil de vítimas atraídas por estelionatários em aplicativos de relacionamento
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  • Polícia de São Paulo aponta que o perfil predominante das vítimas são homens entre 30 e 50 anos, geralmente recém-divorciados.
  • Criminosos simulam relacionamentos em apps de namoro usando fotos de mulheres reais, ganhando a confiança das vítimas antes de marcar encontros.
  • Ao encontrar as vítimas, o grupo armado as surpreende e, em alguns casos, leva os homens a locais afastados, como casas ou garagens, para realizar crimes.
  • Em um caso, o sequestrado, de 48 anos, foi mantido em cativeiro enquanto os criminosos faziam transferências bancárias sob ameaça.
  • Até dois anos, seis pessoas morreram em golpes desse tipo no estado; a polícia orienta verificações por videochamada e encontros em locais públicos.

A polícia de São Paulo traçou o perfil predominante das vítimas de estelionato em aplicativos de relacionamento. Homens entre 30 e 50 anos, geralmente recém-divorciados, são os principais alvos das quadrilhas. O golpe começa online e pode terminar em situações de risco.

As investigações mostram que os estelionatários usam fotos de mulheres reais e mantêm conversas por dias para ganhar confiança. Em seguida, marcam um encontro e pedem para a vítima buscá-la em casa, levando o grupo a agir quando o homem chega ao local.

Em um caso registrado, um homem de 48 anos ficou em cativeiro em uma garagem na zona sul da capital enquanto criminosos realizavam transferências bancárias. O relato da vítima descreve ameaças e violência para forçar a participação em saques.

Segundo a Polícia, ao menos seis pessoas foram mortas em golpes desse tipo nos últimos dois anos no estado. Antes de qualquer encontro, a orientação é realizar videochamadas e preferir locais públicos, conforme o delegado Fábio Nelson Fernandes.

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