- O Ministério da Justiça ampliou o programa Celular Seguro para reduzir roubos e furtos de celulares no Brasil, com monitoramento em tempo real.
- A iniciativa busca acompanhar dispositivos alvo de crimes para evitar uso indevido e facilitar a recuperação.
- Exemplo citado: Jade teve o celular arrancado do suporte na marginal Tietê, rastreou e bloqueou aplicativos bancários antes de o sinal sumir.
- Se um aparelho roubado ou furtado for reativado, o responsável receberá alerta e orientação para devolvê-lo, desestimulando a revenda ilegal.
- Na fase inicial, 14 estados terão integração entre registros policiais e bloqueios automáticos; o restante implementará a adesão gradualmente, e o programa já conta com mais de 3,8 milhões de cadastros.
O Ministério da Justiça ampliará o programa Celular Seguro para conter roubos e furtos de aparelhos móveis no Brasil. A medida visa monitorar dispositivos em tempo real que foram alvo de crimes, reduzindo o uso indevido.
Segundo a pasta, o sistema permitirá rastrear aparelhos já registrados como roubados ou furtados e impedir a ativação caso retornem ao mercado ilícito. Quem estiver com o dispositivo receberá alerta e orientação para devolução.
Um caso recente ilustra a necessidade da ação: uma jovem teve o celular arrancado do suporte na marginal Tietê, em São Paulo. Ela conseguiu bloquear apps bancários remotamente antes que o sinal sumisse na região central.
O objetivo é interromper a circulação de aparelhos recuperados por criminosos, fortalecendo a resposta policial e a cadeia de desestímulo. O Celular Seguro já tem mais de 3,8 milhões de cadastros, desde o início do programa.
Expansão do programa
À frente da decisão, 14 estados terão integração entre registros policiais e bloqueios automáticos. Nos demais estados, a adesão ocorrerá gradualmente, conforme a implementação das plataformas envolvidas.
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