- O jornalismo da RECORD ajudou a polícia a prender o chefe de uma quadrilha que roubava lojas de artigos esportivos de marcas famosas em São Paulo.
- O crime ocorreu em uma loja do Corinthians, onde criminosos com o rosto coberto desligaram alarmes e levaram produtos oficiais, resultando em prejuízo superior a R$ 300 mil.
- A perseguição percorreu cerca de dez quilômetros pela capital e terminou com a prisão de Marlon Sebastian Moreno, equatoriano de 25 anos, na zona leste.
- A polícia identificou o veículo pelo registro da placa; a Record localizou o suspeito e alertou as autoridades.
- Em depoimento, Moreno confessou participação e disse que a carga foi revendida no centro; comerciantes disseram ter aumentado a segurança após o crime.
A investigação do jornalismo da RECORD colaborou com a polícia na captura do líder de uma quadrilha que atacava lojas de artigos esportivos de marcas conhecidas. Imagens mostram criminosos entrando em uma loja do Corinthians, em São Paulo, e realizando o saque de produtos em poucos minutos. O episódio ocorreu sem interrupções, com o grupo agindo de forma coordenada.
A perseguição policial percorreu cerca de dez quilômetros pelas ruas da capital. Ao final, Marlon Sebastian Moreno, 25 anos, residente no Equador, foi preso na zona leste. A operação teve participação de autoridades locais e contou com apoio de registros de ocorrência para identificar o esconderijo do suspeito.
Segundo a polícia, o veículo utilizado nos roubos foi reconhecido pela placa, o que levou aos demais integrantes. A organização criminosa é descrita como estruturada, com divisão de tarefas e atuação de estrangeiros. Um dos envolvidos estava no Brasil há nove meses e já havia passado por outra prisão por furto.
Detalhes do caso
Imagens do monitoramento indicam que o carro ficou estacionado em frente à loja, enquanto criminosos com o rosto coberto desativaram alarmes e retiraram itens oficiais do clube, gerando prejuízo superior a 300 mil reais. Em depoimento, o suspeito afirmou participação no ataque e que a carga seria revendida no centro da cidade. A loja relatou reforço de segurança após o crime, com mais câmeras e sistema de alarme.
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