- A campanha de vacinação contra a gripe no sistema prisional do Rio Grande do Sul começou nas primeiras semanas de abril, incluindo apenados e servidores da Polícia Penal.
- A Cadeia Pública de Porto Alegre iniciou a aplicação no dia 14 de abril; a imunização já chegou a unidades como Santa Maria, Madre Pelletier, Bagé, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul e Lajeado (duas unidades).
- O objetivo é aplicar 41.693 doses entre apenados e servidores, usando o imunizante do Instituto Butantan, atualizado conforme orientações da Organização Mundial da Saúde.
- A vacina oferece proteção contra Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B.
- A rede prisional conta com 53 unidades básicas de saúde prisionais e 63 equipes de atendimento, alcançando cerca de 80% da atenção básica nas unidades.
A campanha de vacinação contra a gripe no sistema prisional do Rio Grande do Sul começou nas primeiras semanas de abril. A iniciativa envolve apenados e servidores da Polícia Penal, grupo considerado prioritário pelas autoridades de saúde, e busca proteger pessoas privadas de liberdade e profissionais.
A Cadeia Pública de Porto Alegre iniciou a aplicação das doses no dia 14 de abril. A campanha também chegou a unidades como a Penitenciária Estadual de Santa Maria, o Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier e presídios em Bagé, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul e Lajeado.
A expectativa é aplicar 41.693 doses entre apenados e servidores. O imunizante, produzido pelo Instituto Butantan, foi atualizado conforme orientações da Organização Mundial da Saúde e oferece proteção contra Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B.
Unidades envolvidas e alcance
Ações de vacinação ocorrem em diversas unidades prisionais do Estado, com apoio da rede de atenção básica. Atualmente, 53 unidades básicas de saúde prisionais e 63 equipes atendem os estabelecimentos, alcançando cerca de 80% da cobertura da atenção básica no sistema prisional gaúcho.
Estrutura de atenção à saúde no sistema prisional
Além da imunização, a rede prisional contempla serviços de atenção básica para a população privada de liberdade, com atuação integrada às unidades prisionais e aos profissionais da Polícia Penal, visando ampliar o cuidado sanitário dentro das prisões.
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