- Assíria Macêdo, extensionista de cílios, 29 anos, perdeu duas casas por vício em jogos de aposta online, acumulando dívida de R$ 50 mil com plataformas como o Jogo do Tigrinho.
- Ela se separou do marido, pai de sua filha caçula, porque as dívidas tornaram o relacionamento insustentável; o ex-marido também se prejudicou ao tentar ajudar.
- Os pais da extensionista, donos dos imóveis, chegaram a vender bens da família para pagar as dívidas; a família inteira foi impactada.
- O relato foi publicado em vídeo que já soma mais de 200 mil visualizações, funcionando como alerta sobre o problema.
- Sem renda fixa, Assíria busca acompanhamento psicológico gratuito e pretende conseguir emprego para quitar o débito, com apoio de pessoas próximas e afastamento temporário das redes sociais.
Assíria Macêdo, 29 anos, extensionista de cílios, decidiu tornar público seu caso para alertar sobre os impactos do vício em jogos online. Ela perdeu duas casas e amargou dívidas de aproximadamente R$ 50 mil oriundas de plataformas de apostas. O relato chegou às redes sociais e ganhou repercussão.
A família da jovem também foi afetada: os pais, que eram donos das casas, venderam imóveis para quitar as dívidas. Assíria afirma que o ex-marido, pai de sua filha caçula, tentou ajuda-la, mas acabou prejudicado pelo vício da então companheira.
Segundo Assíria, o relacionamento terminou por causa das dívidas. O ex-marido e os familiares passaram a enfrentar dificuldades financeiras, e a extensãoista passou a morar sem renda fixa com as filhas e com os pais idosos, que vivem de ajuda de conhecidos.
O relato foi publicado pela própria vítima, que pediu ajuda ao público. O vídeo já contando com mais de 200 mil visualizações também funciona como alerta sobre o tema. Assíria reconhece o problema e diz estar buscando tratamento para se recuperar.
Após a repercussão, a jovem iniciou acompanhamento psicológico gratuito e continua buscando a quantia necessária para quitar as dívidas. Amiga de Assíria informou que ela foi afastada das redes sociais para lidar com o abalo emocional.
Apesar das dificuldades, Assíria já recebe apoio profissional e avalia futuras oportunidades de trabalho para reestabelecer a economia familiar. A autora do relato enfatiza a necessidade de tratamento e de apoio financeiro para superar o entrave.
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