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Polícia confirma morte de família desaparecida no RS após 80 dias

Polícia encerra inquérito e aponta ex-marido como principal suspeito em mortes de três familiares no RS; corpos não localizados

Imagem da noticia Polícia conclui investigação e confirma morte de família desaparecida no RS após 80 dias
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  • A Polícia Civil encerrou o inquérito sobre o desaparecimento de três integrantes da mesma família em Cachoeirinha, RS, que já passa de oitenta dias sem localização.
  • Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e seus pais, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, não foram localizados até o momento.
  • O ex-marido de Silvana é apontado como principal suspeito e segue preso preventivamente desde fevereiro; a investigação aponta homicídio.
  • A motivação apontada envolve disputa pela guarda do filho do casal, de nove anos; o grupo investigado teria ajudado a ocultar provas e dificultar as apurações.
  • O inquérito, com cerca de 20 mil páginas, resultou no indiciamento de cinco pessoas por participação nos crimes, e o caso segue para a Justiça.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu o inquérito sobre o desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A investigação classifica o caso como homicídio, após mais de 80 dias sem localizar as vítimas. Os familiares sumiram em janeiro de 2023.

Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, foi a primeira a desaparecer em 24 de janeiro. No dia seguinte somaram-se os pais, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70. A família era conhecida em um mercado local onde trabalhavam juntos.

O principal suspeito é o ex-marido de Silvana, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que segue preso preventivamente desde fevereiro. A motivação apontada envolve disputas pela guarda do filho do casal, de nove anos.

Como o crime foi estruturado

A polícia apura que o suspeito teria montado um plano para despistar familiares e autoridades. Entre as hipóteses estão simulação de um acidente de trânsito, uso do celular da vítima para mensagens e postagens, além de tentativas de manter a aparência de que Silvana ainda estaria viva.

A investigação aponta ainda manipulação de dados e exclusão de provas digitais. O inquérito tem cerca de 20 mil páginas e resultou no indiciamento de outras cinco pessoas por participação nos fatos.

Pessoas indiciadas

Além de Cristiano, foram indiciadas a atual esposa do suspeito, a mãe, o irmão, a sogra e um amigo. Segundo a polícia, esses envolvidos teriam contribuído para ocultar provas e dificultar as investigações.

O caso segue para a Justiça. A defesa de Cristiano Domingues Francisco aguarda o envio oficial do inquérito para manifestação.

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