- Um cachorro sem raça definida chamado Costelinha foi resgatado das ruas de Fortaleza, Ceará, em 2025, com apoio do Viralatas do Bem.
- A adoção surgiu após a repercussão nas redes sociais; Tais Marthalle, residente na Suíça, decidiu adotá-lo, intermediada pela irmã dela no Brasil.
- O animal precisou passar seis meses no Brasil para concluir exames, papéis e autorizações antes de viajar.
- Costelinha embarcou para Zurique na terça-feira, dia 7, e chegou ao novo lar com a família que o acolheu.
- Atualmente, o cachorro parece se adaptar bem na Suíça, aparecendo em passeios com outros cães da casa e expressando melhora desde a adoção.
Costelinha, cão sem raça definida conhecido no Ceará, foi resgatado das ruas de Fortaleza e adotado por moradores que o levaram para a Suíça. A operação envolveu a iniciativa independente Viralatas do Bem, com atuação para acolher animais em lares temporários e facilitar a adoção.
O animal vagava pela cidade desde abril de 2025, após sofrer ferimentos em ataque de outros cães. Equipes do Viralatas do Bem passaram a cuidar dele, mantendo o cachorro em situação de tratamento e avaliação, sem ainda retirá-lo das vias públicas. O perfil do cão ganhou visibilidade na rede social da organização.
Adoção e chegada à Suíça
A adoção ocorreu por meio de Tais Marthalle, moradora da Suíça que tem como marido Roma Marthalle. Mesmo à distância, ela decidiu acolher Costelinha, que permaneceu temporariamente aos cuidados de Nayana Soares, irmã de Tais, no Brasil. Durante esse período, o cão apresentou melhora física e comportamental, aparecendo mais ativo em vídeos.
Em 7 de dezembro (dia e mês informados pela organização), Costelinha embarcou para Zurique, após concluir trâmites de exames, documentação e autorizações exigidos para mudança internacional de animais. A iniciativa descreveu o momento como o cumprimento de um longo processo de seis meses no Brasil antes da viagem.
Adaptação na Suíça
Desde a chegada a Zurique, o cão tem demonstrado boa adaptação. Registro de família anfitriã mostra-o passeando com dois cães da casa e explorando trilhas da região. A narrativa acompanha a evolução dele, com o animal expressando, por meio de imagens, a socialização com novos ambientes e a convivência com os tutores.
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