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Pai da bebê que faleceu após atendimento na UPA comenta o caso

Pai da bebê que morreu na UPA Cocotá cobra respostas e aponta possível falha no atendimento, enquanto investigação apura a causa do óbito

Pai da bebê Aylla falou após a sua partida
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  • O pai da bebê Aylla dos Santos Lahyre de Oliveira, Andrey Lahyre, relatou o falecimento da menina de 1 ano e 6 meses após atendimento na UPA Cocotá, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.
  • Aylla chegou à unidade na quinta-feira, 16, com dores na gengiva; a família achou que fosse dentição e a bebê teve ingestão irregular de medicações durante o atendimento, segundo o pai.
  • A morte foi confirmada às 22h do mesmo dia; a família não pôde acompanhar a bebê até o setor e somente soube do falecimento após acionar a Polícia Militar.
  • A família recebeu a informação de que a causa seria infecção urinária, mas contesta o diagnóstico, já que a criança apresentava poucos sinais de febre; o IML não enviou a declaração de óbito nem o prontuário, dificultando a perícia.
  • O caso está sob investigação pela Polícia Civil e pela Fundação Saúde, que informou que abrirá sindicância para apurar o atendimento prestado à bebê Aylla; o enterro ocorreu no sábado, 18, com protesto da família.

O pai da bebê Aylla dos Santos Lahyre de Oliveira informou, de forma pública, que Aylla, de 1 ano e meio, faleceu após atendimento na UPA Cocotá, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. O episódio ocorreu na noite de quinta-feira, 16 de abril, e a família contesta a causa da morte, além de mudanças no acompanhamento.

Aylla foi levada à UPA com queixa de dor na gengiva, que a família associou ao nascimento dos dentes, dificultando a alimentação. Segundo o pai, a filha recebeu uma injeção, permaneceu em soro e recebeu medicação via intravenosa, após o que houve piora no quadro. A família relata que não pôde acompanhar a criança até o setor onde foi levada. O atendimento ocorreu durante a tarde e noite de diagnóstico ainda não esclarecido.

A morte foi confirmada às 22h do mesmo dia pela família, que posteriormente acionou a Polícia Militar para obter informações. A hipótese inicial da UPA era infecção urinária, mas os familiares contestam, indicando que Aylla apresentava apenas sinais leves. Além disso, houve atraso na emissão da declaração de óbito e do prontuário médico pelo serviço, impedindo a perícia de apurar a causa do falecimento.

Investigação e desdobramentos

A Polícia Civil e a Fundação Saúde, responsável pela gestão das UPAs estaduais, apuram o caso. A Fundação Saúde informou que abrirá uma sindicância para esclarecer o atendimento prestado à bebê. O corpo foi liberado para enterro sem laudo médico concluído, o que gerou protesto da família durante o velório realizado no sábado, 18 de abril. A família solicita respostas e responsabilização, mantendo o tema sob investigação.

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