- Charlize Theron afirmou não se sentir assombrada pela tragédia que matou o pai, em 1991, na África do Sul, quando ela tinha 15 anos.
- O marido da mãe, Charles Theron, chegou alcoolizado e tentou invadir a casa para ferir as duas, levando Gerda a reagir com uma arma.
- Mãe e filha se refugiaram em um quarto enquanto o pai atirava; a mãe atirou, matando-o, e o irmão dele ficou ferido.
- A atriz diz que falar sobre o caso ajuda outras pessoas que passam por violência doméstica e que não se sente sozinha após o episódio.
- Theron se tornou Mensageira da Paz da Organização das Nações Unidas em 2008, com foco no combate à violência contra mulheres, além de apoiar vítimas durante a pandemia. Fonte: People.
Charlize Theron voltou a abordar um dos episódios mais marcantes de sua vida: a noite de 1991, na África do Sul, em que sua mãe responde a uma ameaça de seu pai, em legítima defesa. A atriz, hoje reconhecida por seu ativismo, diz que não se sente assombrada pela tragédia.
O caso ocorreu durante episódio de violência doméstica. O pai, Charles Theron, chegou alcoolizado e ameaçou mãe e filha; a tensão já era evidente após desentendimentos anteriores. Em dado momento, ele tentou invadir a casa atirando.
Gerda, a mãe, pegou uma arma para se defender. As duas se trancaram num quarto enquanto o marido disparava contra a residência. Theron relata que antevia o que poderia acontecer e que a defesa se fez necessária, resultando na morte do agressor.
O irmão de Charles ficou ferido durante o confronto. Mesmo diante da violência, Theron decidiu falar publicamente sobre o tema para apoiar outras pessoas em situação parecida, afirmando que discutir o assunto ajuda a evitar que vítimas se sintam isoladas.
Contexto do caso
Theron destaca que casos de violência doméstica são mais comuns do que se imagina e muitas vezes não recebem a devida atenção. Em entrevista recente à The New York Times Magazine, ela reforça que falar sobre o passado não busca revanchas, mas oferecer acolhimento a quem passa por momentos semelhantes.
Impacto e atuação
Ao longo dos anos, a atriz foi reconhecida por dedicar-se a causas envolvendo mulheres e violência. Em 2008, tornou-se Mensageira da Paz da ONU, com foco na proteção de mulheres. Durante a pandemia, participou de ações de apoio a vítimas. Durante as declarações, mantêm o respeito às pessoas envolvidas e aos fatos. Fonte: People
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