- Wesley Huff e Andy Steiger esclarecem ideias incorretas sobre o Concílio de Nicéia propagadas por influenciadores como Adam Allred e Billy Carson.
- Eles afirmam que o concílio não votou para decidir a Bíblia como um todo nem estabeleceu um cânon bíblico.
- O conteúdo desmonta a alegação de que houve votação para compor ou escolher o que compõe a Bíblia.
- A comunicação concentra-se em desmentir informações enganosas compartilhadas por criadores de conteúdo nas redes sociais.
Wesley Huff e Andy Steiger desmentiram afirmações incorretas sobre o Concílio de Nicéia, amplamente divulgadas por influenciadores. Os estudiosos rejeitam a ideia de que a Bíblia tenha sido “votada” ou decidida em votação formal naquele encontro. O evento ocorreu em 325 d.C., na cidade de Nicéia (atual İznik, na Turquia), no contexto do Cristianismo nascente, e não houve votação unânime para estabelecer o cânone bíblico.
Segundo Huff e Steiger, as decisões do concílio se concentraram na definição teológica do dogma e na formulação do credo, não na seleção de livros sagrados. A interpretação de que a totalidade do cânone foi determinada ali é considerada simplificada ou equivocada por estudiosos que analisam o período e os documentos históricos.
A dupla aponta que, dentre as informações incorretas veiculadas por alguns criadores de conteúdo, estão representações de que o cânone já estaria fechado naquela assembléia ou que houve uma votação abrangente sobre quais textos deveriam compor as Escrituras. Huff e Steiger defendem uma leitura mais precisa do contexto histórico e das fontes disponíveis.
Entre na conversa da comunidade