- O golpe da mostarda usa vômito simulado para distrair passageiros enquanto um criminoso furta objetos de valor.
- A prática é comum em países como Itália, Espanha e Portugal e vem ganhando força em cidades brasileiras, incluindo São Paulo.
- Em São Paulo, Guilherme Giaretta relatou ter sido vítima: enquanto pessoas ajudavam, outro criminoso levou seu celular.
- A polícia orienta ficar atento a situações suspeitas, evitar objetos à vista e buscar ajuda de autoridades ou de outros passageiros.
- Especialistas recomendam manter itens de valor junto ao corpo, evitar distrações e denunciar tentativas de furto.
O golpe da mostarda, que recorre a vômito simulado para furtar passageiros em ônibus, foi identificado como prática importada de países europeus, onde costuma mirar turistas. Criminosos simulam vômito para atrair a atenção de quem está a bordo, enquanto outra pessoa aproveita para subtrair objetos de valor.
Guilherme Giaretta, que denunciou o golpe em São Paulo, contou que um homem simulou vômito no veículo e, na distração provocada pela situação, outro criminoso pegou o celular dele. A ação foi rápida, porém houve percepção da vítima antes de prejuízos maiores.
Especialistas apontam que burlas desse tipo já são comuns em locais com fluxo de turistas, e destacam a necessidade de atenção redobrada em transportes públicos. Em cidades brasileiras como São Paulo, a vulnerabilidade de passageiros facilita a prática criminosa.
Polícia e especialistas recomendam manter objetos de valor junto ao corpo, evitar distrações e buscar ajuda de autoridades ou de outros passageiros ao notar sinais de que alguém pode estar simulando mal-estar. Denúncias ajudam a ampliar a vigilância e a atuação policial.
A orientação é manter a calma, não portar grandes quantias à vista e reagir de maneira discreta caso haja suspeita de golpe. A polícia reforça a importância de registrar ocorrências para que ações rápidas sejam tomadas e novas vítimas evitadas.
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