- Marcos Antônio Teixeira da Silva, conhecido como “Dudu”, foi condenado a oitenta anos de prisão por homicídio e três tentativas de homicídio ocorridos em uma festa de aniversário no Sol Nascente, no Distrito Federal.
- A decisão foi proferida nesta terça-feira, 28 de abril, pelo Tribunal do Júri de Ceilândia.
- O crime aconteceu em 11 de outubro de 2023, quando João Victor Santos comemorava 21 anos, e envolveu disparos que tiraram a vida da vítima e feriram outras três pessoas.
- A motivação foi apontada pelo Ministério Público como uma briga anterior entre o réu e a vítima, com o ataque tendo natureza fútil e dificultando a defesa das vítimas; a presença do filho de quatro anos da vítima também foi mencionada no momento do crime.
- Dogival Gomes da Silva Junior, o “Juninho”, e Ane Karoline Teixeira da Silva foram condenados em julho de 2025 por participação no caso.
Um homem foi condenado a 80 anos de prisão por matar um jovem e tentar assassinar mais três pessoas durante uma festa de aniversário no Sol Nascente, no Distrito Federal. O crime ocorreu em 11 de outubro de 2023, na casa da vítima, que completava 21 anos, durante a celebração com familiares.
A sentença ocorreu nesta terça-feira (28/4), no Tribunal do Júri de Ceilândia. Marcos Antônio Teixeira da Silva, conhecido como “Dudu”, foi considerado culpado por homicídio qualificado e três tentativas de homicídio. O Ministério Público aponta motivação fútil e surpresa às vítimas.
O caso tem como desdobramento a participação de outras duas pessoas: Dogival Gomes da Silva Junior, o “Juninho”, e Ane Karoline Teixeira da Silva, já condenados em julho de 2025 por envolvimento no crime. O trio atuou em diferentes momentos da ação.
Como ocorreu o crime
Tudo começou em 7 de outubro de 2023, quando Marcos discutiu com João Victor Santos e amigos nas proximidades de uma distribuidora no Sol Nascente. Dias depois, Dogival e Ane foram ao encontro da vítima em um carro preto.
Dentro do veículo, Ane, irmã de Marcos, apontou uma arma e fez ameaças relacionadas à briga anterior. Na madrugada de 11 de outubro, por volta da meia-noite, o grupo retornou à casa de João Victor, onde a comemoração acontecia.
Na residência, os disparos foram efetuados por vários atiradores. João Victor morreu na hora; três pessoas ficaram feridas, entre elas a companheira da vítima, um familiar menor de idade e um amigo, todos que sobreviveram.
De acordo com as investigações, Dogival e Ane auxiliaram na movimentação do grupo e na fuga após o atentado, contribuindo para o desfecho do crime.
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