- Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu seis suspeitos neste quarta-feira (29) na operação Mar Paulista, visando o esquema de falsa central bancária.
- As ordens judiciais foram cumpridas fora do estado, com cinco mandados em São Paulo e um em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.
- A investigação envolve estelionato eletrônico, em que criminosos se passavam por gerentes de instituições financeiras para induzir a vítima a transferir dinheiro por PIX; uma médica de Pelotas foi lesada em cerca de R$ 331 mil.
- Ao todo, foram cumpridos quatorze mandados de busca e apreensão (nove em São Paulo e cinco no Rio de Janeiro), além do bloqueio de contas e sequestro de valores.
- A polícia busca apreender dispositivos eletrônicos e documentos para avançar nas apurações e tentar recuperar o dinheiro desviado.
Uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu seis suspeitos nesta quarta-feira (29) durante a investigação de um golpe conhecido como falsa central bancária. A ação ocorreu fora do estado, com mandados cumpridos em São Paulo (SP) e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro (RJ). A vítima é uma médica de Pelotas, que teve prejuízo estimado em R$ 331 mil. O golpe envolveu criminosos que se passaram por gerentes de instituições financeiras e induziram a vítima a realizar transferências via PIX.
A ofensiva, batizada de Operação Mar Paulista, é da 2ª Delegacia de Polícia de Pelotas. A investigação começou após o caso da médica, que foi atacada por meio de contatos telefônicos afirmando tratar-se de atendimento financeiro. A fraude envolveu transferências rápidas realizadas pela vítima.
Os investigadores identificaram um grupo organizado, com divisão de funções entre golpistas e responsáveis pela movimentação e ocultação dos valores obtidos ilicitamente. A atuação coordenada ampliou o alcance do golpe.
Além das prisões, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, sendo 9 em SP e 5 em Campos dos Goytacazes. As ações tiveram apoio de equipes locais da polícia civil.
Investigações e medidas
Também foi determinado o bloqueio de contas utilizadas no esquema e o sequestro de valores. A polícia busca apreender dispositivos eletrônicos e documentos que ajudem a esclarecer o esquema e permitir a recuperação do dinheiro desviado.
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