- A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou operação contra esquema de sites falsos de mineração, com bloqueio de R$ 10 milhões ligados a vítimas mineiras.
- Ao todo, quinze pessoas foram presas, entre elas o líder, com idades entre 20 e 49 anos, e houve cumprimento de mandados de busca em várias cidades.
- A estimativa é de que mais de 1.200 pessoas tenham sido vítima no Brasil, com prejuízo total superior a R$ 20 milhões.
- Os criminosos criavam sites falsos de empresas de mineração e cobravam taxas para processos seletivos ou documentos falsificados, variando de R$ 500 a R$ 10 mil.
- O serviço contou com apoio do Ministério Público de Minas Gerais e da Polícia Federal; vítimas podem procurar a delegacia mais próxima ou registrar denúncia no site da PCMG.
A operação deflagrada nesta quarta-feira (29) pela Polícia Civil de Minas Gerais desarticulou um esquema de sites falsos vinculados a empresas de mineração e bloqueou recursos de cerca de R$ 10 milhões ligados às vítimas. A ação visava desarticular o golpe que atraía pessoas interessadas em vagas na indústria de mineração e cobrava taxas para participação em processos seletivos.
Segundo as investigações, o grupo criou sites falsos que imitavam empresas reais de mineração e ofereciam empregos para atrair candidatos. Jovens e adultos eram levados a pagar taxas para participar de processos seletivos ou obter documentos falsificados, sob a promessa de contratação.
Ao todo, 15 pessoas foram presas, com idades entre 20 e 49 anos, incluindo o líder do esquema. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em várias cidades de Minas Gerais. Os investigados atuavam com apoio de uma estrutura que incluía profissionais como advogados e contadores.
Desdobramentos da ação
Estimativas apontam que mais de 1.200 pessoas foram vítimas em todo o Brasil, com prejuízo total superior a R$ 20 milhões. As vítimas eram atraídas por anúncios na internet e redes sociais, acreditando ter conseguido uma vaga na mineração.
O Ministério Público de Minas Gerais e a Polícia Federal deram apoio à operação. Os presos foram encaminhados à delegacia e permanecem à disposição da Justiça.
Vítimas com informações sobre o golpe podem procurar a delegacia mais próxima ou registrar ocorrência no portal da PCMG.
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