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As 20 obras de arte mais caras em leilão nesta temporada

Nova York recebe leilões de arte de alto valor com vinte obras acima de US$ 30 milhões, testando a força do mercado e possíveis recordes

The top lots at the New York sales in May 2026 will test the strength of the market.
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  • As casas de leilões em Nova York preparam as 20 obras mais caras para a venda de maio de 2026, com lances acima de 30 milhões de dólares cada.
  • Christie’s, Sotheby’s e Phillips comandam as séries noturnas, marcadas para maio, em meio ao calendário de eventos como a Venice Biennale e Frieze New York.
  • Grandes Coleções em jogo: parte das peças vem de S. I. Newhouse, além de bens de Agnes Gund e Marian Goodman; há artistas consagrados como Picasso, Warhol, Mondrian, Rothko e Picasso novamente entre os destaques.
  • Os preços indicados variam entre cerca de 30 milhões de dólares e até 100 milhões de dólares, com títulos de Warhol, Picasso, Rothko, Pollock e Brâncuși entre os mais cotados.
  • Dois artistas vivos também aparecem na lista; além disso, a venda conta com obras de nomes como Jasper Johns, Gerhard Richter e Roy Lichtenstein, refletindo o peso do mercado de alto valor.

Os leilões de maio de 2026, em Nova York, prometem movimentar o alto mercado de arte com várias obras avaliadas em US$ 30 milhões ou mais. Christie’s, Sotheby’s e Phillips organizam lances que rementem ao fim de semanas intensas de venda, ajustando-se ao calendário da Venice Biennale e Frieze New York.

A Sotheby’s programa a The Now & Contemporary Evening Auction para 14 de maio, logo após a previews VIP de Frieze. Christie’s fará sua Evening Sale de 20th Century no dia 18 de maio. Os anúncios destacam peças históricas e contemporâneas com alto potencial de público.

No exercício de 2026, as casas buscam avaliação robusta para o segmento de alto valor. Em maio de 2025, as estimativas previam entre US$ 1,2 bi e US$ 1,6 bi, sem taxas. O montante efetivo (sem taxas) ficou em US$ 837,5 milhões; com taxas, pouco mais de US$ 1 bi. Em novembro de 2025, o total atingiu US$ 2,2 bi com taxas.

A temporada de novembro de 2025 já mostrava força, com a maior parte das 10 peças mais caras vindo de leilões daquele mês. Para maio, há expectivas de que várias obras com provenance destacada conquistem bilhões de dólares em valores anunciados.

Destaques e provenance

Entre os itens, destacam-se peças de grandes nomes consagrados, com provenance de estatais, ex-cônsor de coleções importantes e lojas renomadas. A estate de S. I. Newhouse aparece com 16 lots, incluindo várias entre as mais caras. Também estão ligadas a Agnes Gund, ex-presidente do MoMA, e Marian Goodman.

Obras de Picasso, Warhol, Mondrian, de Kooning, de Miró, de Rothko e de Brâncuși integram o conjunto de peças de alto valor, com artistas já consagrados na história da arte moderna e contemporânea. Dois artistas vivos, Jasper Johns e Gerhard Richter, também integram o grupo de alto interesse.

Top 20 obras com preço mínimo de US$ 30 milhões

Andy Warhol – Do It Yourself (Violin), 1962: obra com formato de pintura por números, incluindo violeta e fruta; pertenceu a S. I. Newhouse e chega à Christie’s com estimativa de US$ 30 milhões.

Jasper Johns – Gray Target, 1958: da série Target, com histórico de galerias importantes e proprietários de peso; estimativa de US$ 30 milhões.

Andy Warhol – Double Elvis [Ferus Type], 1963: uma das 23 Elvis de Warhol exibidos em 1963; preço-alvo de US$ 35 milhões.

Pierre-Auguste Renoir – La femme aux lilas (Portrait de Nini Lopez), 1876–77: retrato com histórico de coleções, estimativa de US$ 35 milhões.

Joan Miró – Portrait de Madame K., 1924: ligação com Surrealismo e histórico de Newhouse; estimativa de US$ 35 milhões.

Willem de Kooning – Untitled III, 1975: obra de grande dimensão, com exibição recente e estimativa de US$ 35 milhões.

Amedeo Modigliani – Almaïsa, 1917: retrato com contornos marcantes; retorno à Christie’s com estimativa superior a cinco vezes o valor anterior de venda; US$ 40 milhões.

Pablo Picasso – Arlequin (Buste), 1909: cubismo de Harlequin; estimativa de US$ 40 milhões, com garantias em alguns casos.

Jean-Michel Basquiat – Museum Security (Broadway Meltdown), 1983: obra com forte comentário social; estimativa de US$ 45 milhões.

Henri Matisse – Robe noire et robe violette, 1938: pintura historicamente apreciada; estimativa de US$ 50 milhões.

Gerhard Richter – Kerze (Candle), 1982: pintura figurativa da série Kerze, venda ligada a Marian Goodman; estimativa de US$ 50 milhões.

Piet Mondrian – Composition with Large Red Plane, Blue, Gray, Black and Yellow, 1921: obra vinda de Novahouse; estimativa de US$ 55 milhões.

Pablo Picasso – Arlequin (Buste) e Tête de femme (Fernande): destaque para duas peças de peso, com Arlequin estimado em US$ 55 milhões e Tête de femme em US$ 60 milhões.

Roy Lichtenstein – Anxious Girl, 1964: obra com vínculo a retrospectiva prevista no Whitney; estimativa de US$ 60 milhões.

Cy Twombly – Untitled, 1961: pintura de alto valor vinculada ao acervo de Agnes Gund; estimativa de US$ 60 milhões.

Mark Rothko – No. 15 (Two Greens and Red Stripe), 1964: parte de tríade que lidera os preços de maio; estimativa de US$ 60 milhões.

Mark Rothko – Brown and Blacks in Reds, 1957: peça histórica ligada à Seagram Murals; estimativa entre US$ 70 milhões e US$ 100 milhões.

Constantin Brâncuși – Danaïde, ca. 1913: escultura icônica, recordista anterior para a obra e alvo de expectativa máxima entre US$ 100 milhões; possível novo marco.

Jackson Pollock – Number 7A (1948): pintura de grande tamanho, referência à corrente drip; estimativa de US$ 100 milhões.

A lista completa reúne 20 trabalhos com preços mínimos de US$ 30 milhões, variando até o teto de US$ 100 milhões, evidenciando a confiança atual do mercado de alto valor em obras de reconhecida qualidade museológica e consignação.

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