- O Sistema Cantareira segue em nível baixo, com 42,4% da capacidade, na faixa dois de atenção, afetando a Grande São Paulo.
- O reservatório Jaguari, em Joanópolis, mostra a redução do volume, com áreas antes submersas virando pasto.
- Desde 11 de abril houve queda de 1,4 ponto percentual no conjunto dos reservatórios.
- Chuvas do verão ficaram abaixo da média histórica, elevando o risco de crise hídrica no segundo semestre.
- Medidas de economia, como redução da pressão da água à noite, já são adotadas; moradores alteram hábitos de uso.
O sistema Cantareira continua em nível baixo, acendendo alerta para a crise hídrica na Grande São Paulo. Chuvas do verão não elevaram o volume suficiente para recompor os reservatórios que abastecem cerca de 9 milhões de pessoas. O outono, período mais seco, preocupa autoridades e moradores.
A represa Jaguari, em Joanópolis, ilustra o cenário: áreas antes submersas viraram pasto, evidenciando a queda de armazenamento. Mesmo com chuvas recentes, o Cantareira opera com 42,4% de capacidade, na faixa dois de atenção, indicam dados oficiais.
Desde 11 de abril, o sistema registrou queda de 1,4 ponto percentual. Especialistas alertam para risco de crise hídrica no segundo semestre, caso o regime seco persista. A Sabesp aponta déficit de precipitação frente à média histórica.
Para conter impactos, o governo paulista reduziu a pressão da água à noite e reforça campanhas de uso consciente da água. Moradores já adaptam hábitos, com redução de lavagens no entorno de casas e quintais.
Impactos no abastecimento
- O volume reduzido compromete turismo local em áreas de lazer ao redor de reservas.
- Comerciantes e serviços próximos às áreas turísticas relatam queda no movimento.
Medidas e perspectivas
- Autoridades destacam a necessidade de racionamento controlado e continuidade de cortes de fornecimento conforme regime de reservatórios.
- A população é orientada a manter práticas de economia de água, especialmente em horários de pico de consumo.
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