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Deslizamentos causados por chuvas deixam 4 mortos na Grande Recife

Quatro mortos em deslizamentos na Grande Recife; bombeiros atuam em alagamentos, prefeitura declara estágio de alerta máximo e abre oito abrigos com cerca de 400 vagas

Alagamento no Recife — Foto: Divulgação/PRF
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  • Quatro mortos na Grande Recife após deslizamentos causados pela chuva: mulher de 24 anos e o filho morreram em Dois Unidos; o pai e a bebê de 1 ano e 6 meses ficaram feridos.
  • Em Olinda, outra mulher e o bebê de 6 meses morreram em desmoronamento no bairro do Passarinho, na Segunda Travessa da Vertente do Lério.
  • Bombeiros também atuam em alagamentos com vítimas ilhadas; Cajueiro, no Recife, e Peixinhos, em Olinda, concentram o maior número de chamados, com uma residência atingida e outra interditada pela Defesa Civil.
  • A Aena informou desvio de catorze voos com destino ao Recife; a Prefeitura do Recife declarou estágio de alerta máximo às 13h.
  • Nos últimos 24 horas, a região registrou média de chuva de 96,5 mm, sendo Guabiraba o ponto com 116,9 mm; oito abrigos foram abertos com cerca de 400 vagas; Lula determinou apoio federal para as ações de resposta às chuvas.

Deslizamentos provocados pelas fortes chuvas na Grande Recife deixaram ao menos quatro mortos, entre eles dois moradores do Recife e Olinda. Famílias sofreram desabamentos em pleno bairro Dois Unidos e no Passarinho, agravando a crise na região.

No Recife, uma mulher de 24 anos e o filho morreram quando uma barreira caiu sobre a casa no Dois Unidos, na Zona Norte. O pai da criança e a outra filha, um bebê de 1 ano e 6 meses, ficaram feridos. Moradores ajudaram no resgate.

Em Olinda, uma mulher e o filho, um bebê de 6 meses, também morreram em desmoronamento no Passarinho, na Segunda Travessa da Vertente do Lério, perto da Cavalcanti Petribu. Não há registro de desaparecidos no local.

Situação na Grande Recife e impactos imediatos

O bombeiros encerraram os trabalhos no local do deslizamento no Recife. Uma residência foi atingida, outra próxima precisou ser interditada pela Defesa Civil. Além dos desmoronamentos, há alagamentos com vítimas ilhadas em várias áreas.

Os bairros Cajueiro, no Recife, e Peixinhos, em Olinda, concentram o maior volume de chamados de alagamento. A Defesa Civil orienta a população a buscar locais seguros e evitar deslocamentos desnecessários.

Medidas públicas e resposta institucional

Aeroportos: a Aena informou que 14 voos com destino ao Recife foram desviados para outros aeroportos. Passageiros devem verificar o status de seus voos com as companhias.

A Prefeitura do Recife informou que a cidade entrou em estágio de alerta máximo às 13h desta sexta-feira. Abrigos foram abertos, com cerca de 400 vagas disponíveis para áreas de risco.

Previsão e ações climáticas: segundo a Apac, a intensificação da zona de convergência intertropical elevou o nível de alerta na região metropolitana e na Mata Norte. Mata Sul e Agreste estão em estado de atenção.

Contexto federal e continuidade das operações

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou apoio do governo federal às autoridades de Pernambuco para responder aos impactos das chuvas. As ações federais visam facilitar assistência às comunidades atingidas.

Observação: não houve indicação de novos desabamentos ou desaparecidos adicionais além dos four mortos já confirmados. As autoridades seguem monitorando as chuvas e articulando ações de resgate, abrigo e recuperação.

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