- Flagras mostram o novo SUV de sete lugares da Fiat em testes na Itália, baseado no Citroën Aircross, com proporções amplas semelhantes às de um utilitário compacto.
- O projeto, batizado internamente como F2U, usará a plataforma Smart Car do grupo Stellantis, evolução da CMP, e terá versões híbridas e elétricas.
- Na Europa, o modelo receberá o nome Pandissima; no Brasil, chegará em 2028 com nome inédito e posição acima do novo Argo, próximo ao Fastback de segunda geração.
- Medidas previstas no Brasil incluem cerca de 4,40 metros de comprimento, 1,75 metro de largura, 1,66 metro de altura e 2,68 metros de entre-eixos, com capacidade para até sete passageiros.
- Motorização será 1.0 turbo flex com sistema híbrido leve de 12 volts, até 130 cv e 20,4 kgfm, com câmbio CVT de sete marchas; o preço estimado fica em torno de R$ 150 mil, integrado a planos de investimento de R$ 30 bilhões da Stellantis.
A Fiat prepara uma ofensiva no Brasil com lançamentos previstos até 2030. Em 2026 chega a nova geração do Argo, derivada do Grande Panda europeu, e em 2027 deve estrear um SUV de sete lugares, flagrado em testes na Itália. O protótipo camuflado gerou expectativa sobre a identidade do modelo.
O veículo visto ao lado de um Dacia Duster reforça a ideia de um SUV grande. O SUV é interno conhecido como F2U, com o apelido Pandíssima na Europa. A base do carro é o Citroën Aircross, e a plataforma é a evolução Smart Car do grupo Stellantis.
Detalhes e arquitetura
Na prática, o F2U herdará a mesma plataforma do Aircross, deixando de lado a linha MLA utilizada hoje no Brasil. A arquitetura permitirá versões híbridas leves e elétricas, mantendo a aliança com a estratégia multienergia do grupo.
No mercado europeu, o Pandissima pretende competir por espaço com modelos como Duster, MG ZS e BYD Yuan Pro. No Brasil, a aposta é que o F2U tenha espaço para sete passageiros e seja próximo ao porte do Aircross, com cerca de 4,40 m de comprimento.
Perspectivas de mercado
Para o Brasil, o lançamento está previsto para 2028. O carro nacional deve ter nome inédito e ficar acima do novo Argo, alinhado a um posicionamento similar ao Fastback de segunda geração. A motorização será 1.0 turbo flex com híbrido leve de 12 V.
A Fiat investe cerca de 30 bilhões de reais em Stellantis para desenvolver carros e propulsionar sistemas eletrificados. O cronograma de 2030 inclui ainda o primeiro da família após o Panda, o F2U, o novo Fastback, a nova Strada e a segunda geração da Toro.
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