- Em Belo Horizonte, um remendo usado para encobrir juntas de dilatação em pontes da rotatória próxima à Toca da Raposa 1 gerou polêmica, com o tema ganhando o apelido “asfalto ou chiclete”.
- O vereador afirma que os remendos com esse material são perigosos para motociclistas que passam pela rotatória e diz que irá providenciar a substituição.
- A maioria dos comentários nas redes aponta aprovação à troca da manta utilizada no reparo.
- A Prefeitura de Belo Horizonte informou, por meio da Subsecretaria Municipal de Zeladoria Urbana (Suzurb), que houve intervenção para recuperação das juntas de dilatação e que uma nova vistoria será realizada para avaliar a situação.
O remendo utilizado para encobrir juntas de dilatação em pontes na rotatória da Toca da Raposa 1, em Belo Horizonte, gerou polêmica entre moradores e autoridades. O material foi aplicado como solução de manutenção, segundo relatos da prefeitura.
Um vereador criticou o uso do remendo, afirmando que ele representa perigo para motociclistas que circulam pela rotatória e que providências serão tomadas para substituição. A maioria dos comentários, porém, aprovou a troca da manta.
O jornal Estado de Minas procurou a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para obter posicionamento sobre a reclamação e esclarecer o material utilizado. A prefeitura enviou uma nota com informações limitadas sobre o tema.
Segundo a PBH, a Subsecretaria Municipal de Zeladoria Urbana (Suzurb) informou que houve intervenção no local para recuperação das juntas de dilatação das pontes da rotatória citada. Equipes trabalham no monitoramento e uma nova vistoria será realizada.
Ainda conforme a nota, as ações visam garantir a segurança do trânsito na região, com avaliação contínua do estado da obra. Não há, até o momento, informações sobre prazos para substituição do remendo.
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