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Pastora nos Gideões orienta vítimas de violência doméstica a denunciar

Pastora no Gideões 2026 orienta vítimas a denunciar violência doméstica e critica o silêncio das igrejas diante do tema

A pastora Helena Raquel no congresso Gideões 2026. (Foto: Reprodução/YouTube/Gideões Missionários da Última Hora)
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  • Durante o 41º Congresso dos Gideões 2026, em Camboriú, a pastora Helena Raquel pediu que vítimas de violência denunciassem os agressores.
  • Ela citou Juízes 19 para afirmar que as igrejas costumam desencorajar denúncias para evitar escândalos e destacou a necessidade de denunciar.
  • Recomendações dadas: buscar uma delegacia de apoio à mulher, encontrar um lugar seguro, ligar para alguém de confiança e não acreditar em pedidos de desculpa do agressor.
  • Também orientou pais de vítimas a se posicionarem contra abusos dentro da igreja e afirmou que pedófilos não são ungidos; pediu que famílias se afastem da igreja quando necessário.
  • A mensagem ganhou repercussão e ganhou apoio da senadora Damares Alves, que destacou dados sobre violência entre mulheres evangélicas e ressaltou a importância da denúncia.

Nos Gideões 2026, a pastora Helena Raquel pediu que vítimas de violência doméstica denunciassem seus agressores, criticando o silêncio de muitos espaços religiosos. O pronunciamento ocorreu durante o 41º Congresso, em Camboriú, Santa Catarina, no último sábado.

Ela relacionou o tema à passagem bíblica de Juízes 19, destacando que igrejas costumam desencorajar denúncias para evitar escândalos. A pastora pediu coragem às mulheres e orientação para sair de situações de risco.

Raquel afirmou que o tempo de orar por quem agride acabou e orientou as vítimas a buscar apoio em delegacias, redes de atendimento e locais seguros. Mencionou também a importância de não aceitar desculpas de agressão.

A orientação se estendeu aos pais das vítimas, descontrariando a ideia de que o agressor é ungido. Ela enfatizou que pedófilos e agressores não devem ser tolerados dentro do ambiente familiar ou religioso.

Ao compartilhar a mensagem em redes sociais, Helena reiterou que a igreja não pode se omitir diante de abusos. Disse que ungido não justifica violência e que a igreja precisa ser lugar de cura, não de medo.

A líder reconheceu a necessidade de canais de atendimento para denúncias. Citou o Disque 100 e o Ligue 180 como opções para mulheres que sofrem violência, com orientação e apoio especializados.

A repercussão incluiu elogios da senadora Damares Alves, que destacou a coragem da pastora em um grande evento evangélico. Ela lembrou dados que indicam alta violência entre mulheres evangélicas.

Damares também convidou a sociedade a apoiar pesquisas sobre violência no meio evangélico, enfatizando a importância de ações que protejam as mulheres e promovam denúncias.

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