- Em 2024, advogados de Leon Black buscaram o juiz federal Jed Rakoff para questionar as alegações de Jane Doe, o que desencadeou um processo no qual Rakoff reverteu o prêmio de 2,5 milhões de dólares a Doe em uma ação coletiva relacionada a Epstein.
- Jane Doe afirma ter sido traficada por Epstein e abusada sexualmente por Black quando era adolescente; Black nega ter conhecido Doe ou ter cometido estupro, e não há acusações criminais contra ele.
- Comunicados privados feitos pela defesa de Black ao juiz, incluindo uma carta pessoal de Black, ocorreram fora de vista pública e ajudaram a moldar o andamento do caso.
- Doe foi sancionada por misconduct no processo; a defesa de Black contou com advogados de destaque na área de casos de vítimas de Epstein; a ação continua em andamento.
- O contexto envolve ainda o acordo de 290 milhões de dólares na ação coletiva contra JPMorgan Chase, com Doe recebendo, em certo momento, 2,5 milhões de dólares, e evoluções subsequentes no fundo de saúde mental dos sobreviventes de Epstein.
Leon Black, bilionário ligado a Jeffrey Epstein, pediu em 2024 a um juiz federal que duvidasse das alegações da suposta vítima, Jane Doe, em uma ação civil. O caso ocorreu nos bastidores, sem publicidade, e levou o juiz Jed Rakoff a reverter uma indenização de 2,5 milhões de dólares a Doe.
Os registros judiciais mostram que a defensoria de Black enviou comunicações privadas ao magistrado para questionar a credibilidade da alegação de abuso. A manobra facilitou uma batalha judicial extensa, que incluiu diversas audiências e substanciais documentos sob sigilo.
Jane Doe, identificada nos autos, afirma ter sido traficada por Epstein e agredida sexualmente por Black quando era adolescente. A defesa de Black sustenta que as acusações são falsas. Black nega ter conhecido Doe e não foi acusado de crime relacionado ao caso.
Conflitos processuais se intensificaram quando o caso de Doe contra Black avançava na justiça. Em 2024, a mesma ação envolveu decisões sobre o uso de fundos de vítimas de Epstein, incluindo um caso da JPMorgan Chase (JP Morgan) que acabou em acordo de 290 milhões de dólares em 2023, sem reconhecimento de culpa pela instituição.
Entre 2023 e 2024, interações públicas e privadas ligadas aos advogados de Doe e de Black moldaram o andamento do processo. Em meio a isso, o juiz Rakoff autorizou que o processo seguisse, embora com escrutínio elevado sobre procedimentos e transparência em ações coletivas.
O caso também gerou críticas sobre a atuação de advogados de Doe, incluindo denúncias de conduta considerada irregular em documentos judiciais. Em 2024, o tribunal autorizou revisões adicionais e manteve Doe como parte do quadro de vítimas a ser ressarcida por meio de fundos ligados ao Epstein.
Atualização recente indica que Doe, ao longo de 2024, buscou reaver componentes do acordo da JP Morgan e permanece envolvida no quadro de ações envolvendo Black. Afiliações de Black com Epstein e a conduta de seus representantes continuam a ser objeto de escrutínio de autoridades e do Congresso.
Além das disputas legais, o caso voltou a colocar em debate a rede de contatos de Epstein entre figuras de alto perfil e o grau de fiscalização a que estão submetidas. A defesa de Black divulgou notas sobre o tema, ressaltando que não houve violação de leis.
Situação atual: o processo contra Black segue em curso, com decisões judiciais anteriores sendo revistas e novos cálculos de indenização em aberto. As partes continuam a apresentar evidências e argumentos, sem conclusão anunciada até o momento.
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