- Em 2019, Meules (Haystacks), de 1890, atingiu US$ 110,7 milhões na Sotheby’s New York, estabelecendo novo recorde para uma pintura impressionista.
- A série Meules tem sido central no mercado de Monet, com várias peças de alto valor vendidas em leilões ao longo da última década, incluindo Meule (1891) por US$ 81,45 milhões em 2016.
- Outras obras表现itaram resultados expressivos: Le Pont du chemin de fer à Argenteuil (1873–74) por US$ 41,4 milhões em 2008 e Le Bassin aux Nymphéas (1919) por US$ 80,45 milhões em 2008.
- Nymphéas (Water Lilies), de 1906, arrecadou US$ 54 milhões em 2014; Nymphéas en fleur (1914–17) atingiu US$ 84,7 milhões em 2018.
- Em 2022, Le Grand Canal et Santa Maria della Salute (1908) levou US$ 56,63 milhões; em 2024, Nymphéas (c. 1914–17) rendeu US$ 65,5 milhões; e em 2025, Peupliers au bord de l’Epte, crépuscule (1891) foi vendido por US$ 42,96 milhões.
Claude Monet domina o mercado de leilões com séries de obras que redefiniram o imaginário impressionista. Em leilões realizados entre 2008 e 2025, várias telas do artista atingiram valores recordes e atraíram colecionadores globais, consolidando a visão serena e ao mesmo tempo radical de Monet.
Levantamentos de vendas e obras-chave
A obra Meules (Haystacks), de 1890, chegou a 110,7 milhões de dólares em leilão da Sotheby’s em Nova York, em 2019, batendo recorde para a série. Em 2008, Le Pont du chemin de fer à Argenteuil rendeu 41,4 milhões na Christie’s, marcando recorde para as telas de Argenteuil.
Entre as peças de maior expressão, Le Bassin aux Nymphéas, de 1919, vendeu por 80,45 milhões na Christie’s Londres, em 2008, elevando o apelo de Monet no pós-Primeira Guerra. Nymphéas, de 1906, alcançou 54 milhões na Sotheby’s Londres, em 2014, destacando a popularidade da série das Nymphéas.
Destaques recentes e continuidade
Marée basse aux Petites-Dalles, de 1884, ultrapassou a estimativa ao ser vendido por 9,9 milhões na Sotheby’s Nova York, em 2016, renovando o interesse por cenas costeiras. Meule, de 1891, foi vendido por 81,45 milhões na Christie’s Nova York, em 2016, marcando avanço para as telas de campo.
Meules à Giverny, de 1893, rendeu 34,8 milhões na Sotheby’s, em 2024, reforçando o valor de obras posteriores da série. Nymphéas en fleur, de 1914–17, vendeu por 84,7 milhões na Christie’s Nova York, em 2018, consolidando a associação entre raridade e preço elevado.
Le Grand Canal et Santa Maria della Salute, de 1908, somou 56,63 milhões na Sotheby’s Nova York, em 2022, destacando Monet em vistas venezianas. Em 2025, Peupliers au bord de l’Epte, crépuscule alcançou 42,96 milhões na Christie’s Nova York, elevando o teto de sua série de plátanos.
Aux Petites-Dalles, de 1884, foi negociado por 7,68 milhões na Sotheby’s Londres, em 2025, demonstrando valorização de obras menos conhecidas da fase inicial. A trajetória mostra um mercado cada vez mais atento à proveniência, à raridade e à evolução do trabalho de Monet.
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