- Mais de duzentas pessoas participaram do velório de Flávio Cruz Barbosa, dono de oficina morto no Distrito Federal, no Cemitério Campo da Esperança, em Sobradinho II, na sexta-feira, 8 de maio de 2026.
- Flávio, de 49 anos, foi morto no Setor de Oficinas Norte no dia 6 de maio por um funcionário que ele havia contratado há pouco mais de uma semana; o suspeito é Eduardo Jesus Rodrigues, 24.
- A perícia aponta que o autor do homicídio desferiu mais de quarenta facadas e golpes com uma roda de carro; ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e teve a prisão convertida para preventiva pelo juiz Roberto da Silva Freitas.
- No velório, familiares destacaram a personalidade acolhedora de Flávio; foi servida cerveja em homenagem ao empresário, que deixou um filho de 6 anos.
- A família pede justiça e investigações para entender a motivação do crime, afirmando que a raiva descrita não faz sentido diante do tempo de convivência.
Mais de 200 pessoas acompanharam o velório de Flávio Cruz Barbosa, empresário de 49 anos, morto a facadas por um funcionário na quarta-feira (6/5). O enterro ocorreu no Cemitério Campo da Esperança, em Sobradinho II, no Distrito Federal, nesta sexta-feira (8/5). Flávio era dono de uma oficina que empregava o suspeito e deixou um filho de 6 anos. Familiares descrevem o empresário como acolhedor, caloroso e admiravam suas habilidades como cervejeiro e cozinheiro.
No velório, a cerimônia contou com lembranças da personalidade do empresário, que era visto como alguém que ajudava quem precisava. Entre familiares, as palavras destacaram a vida dedicada à família e ao negócio. As sobrinhas ressaltaram o cuidado de Flávio e o desejo dele de celebrar a vida durante o sepultamento. Cerimônia ocorreu em tom de homenagem e memória.
Detalhes do crime
Flávio foi morto por um funcionário da oficina, Eduardo Jesus Rodrigues, de 24 anos, na SOF Norte. Eduardo desferiu mais de 40 golpes, incluindo facadas, além de agressões com socos, chutes e uma roda de carro. Ele foi preso em flagrante pela PMDF ainda na quarta (6/5). Na quinta (7/5), o juiz Roberto da Silva Freitas converteu a prisão em prevenção, apontando conduta brutal do autor do crime.
Familiares manifestam o desejo de justiça e solicitam investigações para esclarecer a motivação do ataque. A sobrinha Maria Eduarda afirmou que não faz sentido a raiva expressa em tão pouco tempo de convivência profissional e pediu que a Justiça seja feita. Enquanto isso, a família reforça o reconhecimento à memória de Flávio e a importância da apuração das circunstâncias que levaram ao homicídio.
Repercussões familiares e institucional
A família permanece sob orientação jurídica e aguarda novas informações sobre o andamento do caso. O velório reuniu amigos e conhecidos que confirmaram a reputação do empresário como líder comunitário e como pessoa que valorizava o convívio e a solidariedade. A investigação continua para esclarecer todos os aspectos do episódio e confirmar as circunstâncias que motivaram o crime.
Entre na conversa da comunidade