- Arjan Brussee, cofundador da Guerrilla Games e veterano da Epic Games, anunciou estar desenvolvendo uma nova engine chamada The Immense Engine.
- O objetivo é criar uma alternativa europeia à Unreal Engine, com suporte total à inteligência artificial generativa desde o início do projeto.
- O plano é ir além de jogos, mirando aplicações como simulações militares e logística, abrindo espaço para novas formas de construção de software.
- A Immense Engine pretende ser uma plataforma de desenvolvimento de games aberta a novos princípios de construção, incluindo integração de IA desde o início do projeto.
- Brussee critica a Unreal Engine por ser antiga e centrada em cliques de menu, defendendo uma abordagem diferente baseada em frameworks de IA que pode reduzir o tamanho da equipe necessária.
Arjan Brussee, cofundador da Guerrilla Games e veterano de Epic Games, anunciou recentemente que está desenvolvendo uma nova engine de jogos. O projeto, batizado de The Immense Engine, visa criar uma alternativa europeia à Unreal Engine.
Brussee atuou como programador na Epic Games e participou da criação da série Jazz Jackrabbit. Foi um dos fundadores da Guerrilla Games e, posteriormente, integrou o Boss Key. Após retornar à Epic, ocupou por oito anos o cargo de diretor de gerenciamento de produto da Unreal Engine.
Ao podcast holandês De Technoloog, o desenvolvedor explicou que o objetivo é ir além da produção de jogos, oferecendo uma plataforma de desenvolvimento aberta a novos princípios. A ideia é incorporar elementos gerados por IA generativa desde o início dos projetos.
Immense Engine e IA Generativa
O cofundador explica que a Immense Engine deverá abranger aplicações além dos jogos, incluindo simulações militares e logística. A proposta é criar uma plataforma de desenvolvimento europeia, menos dependente de tecnologias norte-americanas e chinesas.
Além disso, Brussee aponta que a engine deve permitir integração mais profunda de IA generativa, permitindo que agentes de IA contribuam para o trabalho de equipes diversas. Ele afirma que, com o framework adequado, o trabalho de 10 ou 15 pessoas pode ser substituído por abordagens mais eficientes.
Fonte: VGC
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